sexta-feira, 9 de maio de 2014

Arena ? Modinha mais ridícula.

Desde que começaram as reformas e construções dos estádios, pra copinha do mundo, no brasil-il-il, que ando reparando, que agora, todos recebem o nome de "Arena". Virou moda, Arena Grêmio, Arena Pantanal, Arena Merda, e por aí vai... 
Isso me incomodava, até eu entender.
É nos estádios, que as facções se enfrentam, que torcedores se encontram pra batalhas, que privadas são atiradas nas cabeças e matam, e claro, onde nove funcionários já morreram, nas obras, mas o reizinho do futebol, acha coisa normal.
Aí, sim, tá explicado. Arena. 
Vai entender... 


Musculação para crianças e adolescentes. É seguro ?

"Cada vez mais em frente às telinhas de vídeo games e computadores, o sedentarismo reina, nas diversas faixas etárias. Com a violência em alta e o trânsito cada vez mais caótico e perigoso, o lugar mais seguro, parece ser mesmo, dentro das academias. Abaixo, este texto oferece algumas orientações sobre a musculação para crianças e adolescentes. "


Qual a melhor idade para realizar atividades de musculação?
Medicina do Esporte
A musculação, ou treinamento resistido, envolve diversas variações de treinamento, utilizando pesos livres, fixos ou o próprio peso.Atualmente se aceita o início precoce da musculação, mesmo em crianças pré-púberes, desde que devidamente adaptada à criança. O exercício resistido aumenta a força muscular, mesmo sem hipertrofia, no caso das crianças pré-púberes - em que a quantidade de testosterona disponível ainda é baixa. Há também uma redução do risco de fraturas, pois há uma melhora na resistência do osso, além de uma melhora na coordenação motora e na execução de movimentos. O treinamento resistido aumenta a produção de hormônio do crescimento e testosterona, aumenta a secção transversal do osso e melhora a força por adaptações neurais.
Porém, isso não quer dizer que a criança ou adolescente deva circular livre numa academia de musculação. Veja aqui alguns cuidados que devem ser tomados:
• É preciso fazer uma avaliação pediátrica permanente e não apenas antes de iniciar as atividades. Deve-se garantir que a criança ou o adolescente está crescendo e ganhando peso de forma adequada. O crescimento inadequado pode indicar um treinamento excessivo ou uma alimentação insuficiente paraos exercícios praticados;
• É preciso garantir a supervisão profissional, com instrutores preparados para lidar com crianças e adolescentes, oferecendo estímulos físicos adequados ao peso e à idade;
• O treinamento para hipertrofia muscular geralmente envolve cargas de 40a 50% da força máxima do adolescente. Isso dificilmente provocará lesão. Durante a fase de crescimento, não se deve permitir exercícios que visam o ganho de força pura, com uma a três repetições máximas (ou seja, que não consiga fazer a quarta repetição);
• A suplementação não deve ser indicada na infância ou adolescência, a não ser em casos específicos, como em adolescentes que praticam atividades que exijam muito treinamento, como os esportes olímpicos. Na maioria dos casos, uma alimentação adequada consegue fornecer a quantidade de energia e nutrientes necessários para o treinamento físico. O uso de hormônios é contraindicado para crianças e adolescentes, e os pais devem observar quando o adolescente começa a apresentar ganho de massa muito rápido.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Mais Médicos: Fragmentos sobre a loucura.


Escrito por Miguel Srougi*
Lamento prever a ruína do Mais Médicos. Os nossos governantes esforçam-se para esconder os frangalhos da ação tresloucada
Nem eu nem meus colegas brasileiros rejeitamos a ideia de mais médicos, afinal essa é uma aspiração planetária. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), faltam no mundo 4,3 milhões de médicos e enfermeiras, carência impossível de ser ignorada, pois penaliza 1 bilhão de pessoas, como sempre aquelas que perambulam à margem da existência digna.
O que eu e a imensa maioria dos médicos brasileiros não conseguimos aceitar é a forma como o programa Mais Médicos foi imposto à nação. Para dissimular a indecência na saúde, nossos governantes trouxeram médicos cubanos. Iniciativa de grande apelo aos mais distraídos, mas ilegítima, injusta, inconsistente e empulhadora.
Iniciativa ilegítima por violar as leis e os valores da sociedade brasileira. Como aceitar que profissionais recebam menos de 10% do que foi anunciado; cidadãos proibidos de expressar seus sentimentos, vivendo em cativeiros, num país onde a liberdade constitui uma conquista inegociável de seu povo.
Injusta porque, em três anos, serão transferidos R$ 5 bilhões para Cuba, país igualmente carente, mas que não pode ser privilegiado em detrimento dos desvalidos do Brasil. País habitado por 60 milhões de analfabetos e por 6,5 milhões de pessoas vivendo em extrema pobreza, que vão para a cama sem saber se terão o que comer no dia seguinte.
Também injusta porque, para implementar um programa tão inconsistente, nossas autoridades demonizaram os médicos brasileiros, cuja competência e abnegação é reconhecida dentro e fora de nossas fronteiras. O ex-ministro Alexandre Padilha escreveu nesta Folha que os médicos brasileiros aprendiam com os pacientes pobres nos hospitais públicos, para depois só tratar ricos.
Poucas vezes testemunhei algo tão preconceituoso, perigoso e mentiroso. O ex-ministro, que diz ter estudado medicina, sabe que em todo o planeta existe um contrato social não escrito: médicos aprendem em hospitais universitários e, como retribuição, os pacientes recebem cuidados orientados ou providos por professores, que se colocam entre os mais competentes médicos de cada país.
Iniciativa inconsistente porque os médicos cubanos, com formação dúbia, serão incapazes de exercer qualquer ação médica efetiva em ambientes degradados e abandonados. O que farão frente a um paciente com dor aguda no peito? Se do céu cair um eletrocardiograma, não saberão interpretá-lo. Se por intuição desconfiarem de um infarto, não conseguirão tratá-lo. Se alguma divindade conseguir transportar o paciente para um centro mais desenvolvido, inexistirão vagas nos hospitais do SUS. Atendido no setor de emergências, ele morrerá pelo infarto e de frio, pois terá que utilizar o seu cobertor para forrar o chão gélido, onde será despejado e não atendido.
Iniciativa empulhadora porque atribui a ruína da saúde à falta de médicos nos rincões, quando na verdade a indecência instalou-se porque o Brasil tem sido dirigido por governantes desonestos e de uma inépcia inabalável. Governo cujo Ministério da Saúde promoveu, nos últimos cinco anos, o fechamento de 286 hospitais ligados ao SUS e deixou de utilizar, em 2012, R$ 17 bilhões dos parcos recursos a ele destinados. Valor com o qual teriam sido construídas e equipadas 18 mil unidades básicas de saúde e com o qual menos corpos estariam despencando diante das portas impenetráveis dos hospitais públicos.
Dirigentes coniventes com a corrupção, que segundo a ONU apoderou-se, em 2012, de R$ 200 bilhões da riqueza do Brasil, suficientes para construir 9 milhões de residências populares. Também muitos leitos hospitalares se contabilizados os descaminhos recentes da turma do punho cerrado, do bando das mãos lambuzadas de petróleo ou do time dos pés entortados.
Lamento prever a ruína próxima do Mais Médicos. Os cubanos já estão migrando para centros mais prósperos e os nossos governantes, sob jugo da marquetagem eleitoreira e com mentiras repetidas, esforçam-se para esconder os frangalhos da ação tresloucada. Restarão no palco do horror, abandonados e resignados, aqueles que nunca conseguirão expressar a desilusão.
* É professor titular de urologia da Faculdade de Medicina da USP, é pós-graduado em urologia pela Universidade Harvard (EUA) e presidente do Conselho do Instituto Criança é Vida

Nova Espécie de Roedor é Diamantinense.

UFV participa de descrição de novo gênero e espécie de roedor

05/05/2014

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Um roedor com cauda longa e de ponta branca chamou a atenção de um grupo de pesquisadores na região do Parque Nacional Sempre Vivas, em Diamantina (MG). Estudando melhor o roedor, os cientistas acabaram descobrindo que se tratava não apenas de uma nova espécie, mas também de um novo gênero a ser descrito na taxonomia animal.
A descoberta do Calassomys apicalis, já conhecido como rato de rabo branco, é uma contribuição importante para o conhecimento da fauna brasileira e a preservação da biodiversidade.
Os estudos sobre o roedor foram realizados na UFV pela professora Gisele Lessa Del Giúdice, do Departamento de Biologia Animal. O exemplar foi coletado na região de Diamantina pela equipe da professora Edeltrudes Câmara, da PUC-Minas, em um levantamento da fauna daquela região. Os animais foram encontrados apenas nos afloramentos rochosos existentes no Parque e, até o momento, não se tem notícias da ocorrência em outros locais.
Várias análises foram realizadas até a designação desse novo gênero. Estudos morfológicos de caracteres externos da anatomia de órgãos internos e diversas outras análises técnicas indicaram uma nova categoria para esses animais.
Para a professora Gisele, a raridade do roedor indica o quanto é preciso ter cuidado ostensivo e imediato com o meio ambiente brasileiro: “Esse roedor foi encontrado em uma região de afloramento rupestre, de suma importância para diversas espécies que ali vivem e que, no entanto, vem sendo degradada em diversas regiões do país. A descoberta reforça a importância da criação de parques e demais áreas de preservação no país”.
A descrição do rato do rabo branco em uma área do sudeste brasileiro reforça a ideia de preservação do meio ambiente, pois, segundo a pesquisadora, espécies podem desaparecer antes mesmo de serem conhecidas. Um espécime de Calassomys apicalis está depositado na coleção de mastozoologia do Museu de Zoologia João Moojen, pertencente ao Departamento de Biologia Animal da UFV.
Este não é o primeiro gênero descrito pela professora Gisele. Em 1989, ela descreveu, juntamente com o pesquisador Cástor Cartelle (PUC/MG), um gênero novo para exemplares fósseis de uma ordem de mamíferos extinta há, aproximadamente, 10 mil anos.
Os estudos sobre o Calassomys apicalis  foram publicados, em abril, na Journal of Mamalogy. A equipe contou com a colaboração dos pesquisadores Ulyses Pardiñas e Pablo Tet, da Argentina, e Jorge Salazar-Bravo, do México, bem como da professora Tudy Câmara, da PUC/Minas.
 (Iago Miranda, bolsista – Foto: Bicho do Mato/Roberto Murta)
Fonte: https://www2.dti.ufv.br/ccs_noticias/scripts/exibeNoticia.php?codNot=20985&link=corpo

domingo, 4 de maio de 2014

17º Motoshow - Curvelo - MG - 2014

Curvelo sediou neste fim de semana, o 17º Motoshow, organizado pelo MC Zangões com diversas parcerias e patrocínios, inclusive da prefeitura. O evento, como sempre, foi realizado na bela Praça da Estação, e a cidade, como sempre bem cuidada e bonita, recepciona muito bem os seus visitantes.
Muitos shows legais, muitos amigos, motos e motociclistas de diversos estados e até do Chile, prestigiaram o evento.  
Seria tudo perfeito, se não fossem alguns motoqueiros imbecis e imaturos, que ainda insistem em exibir pras piriguetes acelerando as motos de modo incômodo e em locais indevidos, como um débil mental que as 05:20 da madrugada chegou em frente ao Hotel Center Minas, acelerando sem parar e acordando todos os hóspedes e a vizinhança. Espero que isso ainda gere alguma morte de um desses retardados, o que irá contribuir muito, para o fim desse tipo de comportamento. 
No mais, ótimos shows e a bela recepção com churrasco, do MC Bodi Véi, na sexta feira, reuniu diversos amigos. Seguem as fotos: 
As primeiras 17 fotos, são do museu da Moto, contando um pouco da história dos 17 anos do evento.



















                                             Fotos abaixo: confraternização do MC Bodi Véi.
















Fotos do evento: tiradas e "garfadas" de páginas de amigos.  













sábado, 3 de maio de 2014