Nas primeiras postagens do blog, eu já questionava sobre nossa pobre internet, em Diamantina e região. Hoje, muita coisa é pura e enganosa propaganda ou nem sei, se existe a palavra, propagandaia. Mas é isso mesmo! Muita propaganda e falcatrua das operadoras, pra vender planos e aparelhos, com promessas mirabolantes, que sempre cobram muito e oferecem um serviço de merda pra gente.
I-phone, I-pode, I-não pode, I-não conecta ... e na verdade, ninguém pode bosta nenhuma!!!
Enquanto algumas operadoras anunciam gigas e megas em serviços de transmissão de dados ou de velocidade, temos dificuldade em fazer uma simples ligação. Já tem robobo (bobo mesmo) em marte e a gente aqui na terra, não consegue sequer, fazer uma simples ligação.
Antes, então, de nos iludirmos com as propagandas enganosas e salafrárias, devemos pesquisar o que realmente nos é oferecido em relação ao que temos de tecnologia e em relação ao que aparelhos modernos e tecnológicos podem corresponder, sendo usados aqui nas terras tupiniquins.
Afinal, hoje comemoramos o grito de liberdade, mas ainda vivemos nas eras de D. Pedro.
Vejam a matéria abaixo e irão entender.
Tecnologia 4G será para a
alta renda, afirmam operadoras
O serviço 4G começará a ser prestado dentro de um ano, mas quem deve ganhar
são os usuários do 3G.
As teles preveem que os consumidores de alta renda migrem para o 4G e, ao
mesmo tempo, deverão reduzir o preço dos pacotes 3G.
Essa seria uma forma de atrair mais clientes que usem serviços de voz e
dados (internet) e, assim, melhorar a rentabilidade para fazer frente aos
investimentos no 4G.
Isso porque, pelo menos nos três primeiros anos, o 4G ficará restrito aos
consumidores de alta renda, devido ao elevado preço dos aparelhos e dos pacotes
de dados.
Para o presidente da Claro, Carlos Zenteno, smartphones e tablets serão o
foco para as classes mais altas, enquanto os modems devem ter preço
equiparáveis aos atuais e serão mais acessíveis.
O presidente da Oi, Francisco Valim, diz acreditar que o preço do aparelho
celular deve se equiparar ao de outros países. Segundo ele, um smartphone de R$
1.000, no 3G, custaria R$ 3.000 no 4G.
Para os pacotes de dados, as operadoras não fecharam seu modelo de negócio,
mas estima-se que os preços fiquem, em média, 40% maiores que os do 3G.
Velocidades superiores custarão ainda mais, seguindo o modelo europeu. Na
Alemanha, um plano de 50 Mbps da Vodafone sai por R$ 177 com a oferta de um
único modelo de aparelho.
Em todos os países com o serviço 4G, há limite para o tráfego de dados. Quem
estoura a franquia contratada paga à parte. No Brasil, o modelo deverá ser
semelhante e, à medida que a cobertura for aumentando, as operadoras tendem a
pôr fim a essa restrição de tráfego.
ONDE FUNCIONARÁ
A oferta de aparelhos é outra barreira ao 4G, algo que também ocorreu quando
o 3G foi lançado no país, em 2008.
Os fabricantes globais de smartphones, tablets e modems ainda não produzem
com escala comercial aparelhos que operam na frequência de 2,5 GHz, adotada
pelo Brasil e por alguns países europeus para o 4G.
Os aparelhos 4G da Apple, como o novo iPad, não funcionarão em 4G no Brasil.
Isso porque foram desenvolvidos para operar em 700 MHz, frequência adotada
pelos EUA para a quarta geração. Será preciso fazer uma versão para a
frequência brasileira.
Aparelhos que funcionam em 2,5 GHz também não funcionarão em 4G nos EUA. Os
fabricantes esperam levar ao menos dois anos para produzir os mesmos modelos
com antenas específicas para as diversas faixas de frequência.
Quem aderir ao 4G não precisará se preocupar com a cobertura porque o
aparelho, obrigatoriamente, também funcionará em 3G e 2G. Assim, será possível
usar a web e fazer chamadas mesmo em locais sem rede 4G.
A transição de uma rede para a outra será feita automaticamente, sem que o
consumidor perceba.
Texto: folha de Sáo Paulo.