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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Meias pra deixar os pés inteiros.


O tempo frio e seco desta época do ano, realmente diminui alguns hábitos de atividades físicas como as caminhadas.
Acontece que as estações do ano estão cada vez mais loucas e menos características e o tempo já esquentou um pouco.
Para fazer caminhadas, as meias adequadas são tão importantes quanto os tênis e botas.
Achei estas orientações sobre avaliação e escolha das meias, e resolvi postar aqui pra ajudar a todos a fazerem caminhadas sem sofrimento para os pés.

Escolhendo as meias:

Bolhas e machucados nos pés podem acabar com uma viagem ou uma caminhada. E a meia é uma escolha fundamental para que isso não aconteça. Escolher meias que sejam exatamente do seu tamanho é tão importante quanto as botas. Entenda o sistema botas/meias como algo que deva funcionar muito bem juntos. E lembre-se que:

• As meias não podem nem devem mudar o ajuste das suas botas;
• Se elas forem muito grandes, sobrarão em alguma parte e isto poderá causar desconforto, inchaço ou mesmo bolhas;
• Se elas forem muito justas, poderão afetar a circulação e o movimento dos dedos o que, no final das contas, também causará lesões...

Escolhê-las dependerá do tipo de bota que você estará usando e a condição climática que irá encontrar. Alguns tipos de meias:

• Liner – são fininhas e podem ser usadas sozinhas durante uma corrida, por exemplo. Para prevenir bolhas, a sugestão é usá-las como a primeira camada de meias. O tecido fininho é feito para levar a umidade para o lado de fora, mantendo seu pé seco, arejado e confortável.
• Lightweight (leve) – ideais para serem usadas com tênis de corrida ou de aproximação e em dias quentes com botas para caminhadas leves ou de trekking. Elas são acolchoadas na parte posterior e anterior e em cima costuma ser mais fino, para ventilar melhor. São perfeitas para serem usadas como segunda camada.
• Midweight (média) – são acolchoadas e funcionam muito bem para botas mais rústicas e duras como as de trekking, aproximação ou mesmo as de gelo. Também podem ser usadas por cima das liner e são perfeitas para o nosso inverno.
• Heavyweight (pesadas) – oferecem o máximo de aquecimento para temperaturas muito frias e condições extremas. Ideais para uso em esportes de inverno ou expedições. Costumam ser mais compridas, para cobrirem parte de sua perna também e funcionam muito bem com as liner por baixo.
• Materiais – procure meias sintéticas ou de lã. As de algodão demoram muito para secar e não afastam o suor do contato com sua pele. Meias mais grossas feitas de uma mistura entre materiais sintéticos e naturais costumam funcionar bem com um liner por baixo. Os avanços na manufatura da lã melhorou em muito sua performance – a lã tem, naturalmente, uma excelente proteção contra a umidade e o isolamento térmico e é a escolha perfeita para meias de alta performance.
fonte: trilhas e rumos

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Programa Legal

Que tal curtir o frio e o próximo feriado fazendo uma boa caminhada?


FERIADO DE CORPUS CHRISTI
10 a 14 de junho de 2009

TRAVESSIA NO ESPINHAÇO
Parque Estadual do Rio Preto a Capivari

4 dias de Caminhadas com acampamento
53 km

A travessia entre o Parque Estadual do Rio Preto e o vilarejo de Capivari, no entorno do Parque Estadual do Pico do Itambé, é uma oportunidade de vivenciar a grandiosidade da Serra do Espinhaço, área que possui o título de Reserva da Biosfera e considerada a única cordilheira do Brasil.

A maior parte do percurso será feito em área com altitude superior a 1000 m, tendo o Pico Dois Irmãos e o Pico do Itambé como referências em toda a caminhada.
O trajeto passa por uma região de fundamental importância no processo de formação de um corredor ecológico entre os referidos parques, integrando-os ao primeiro Mosaico de Unidades de Conservação da Serra do Espinhaço.

Após hospedagem em pousadas domiciliares no vilarejo de Alecrim, iniciaremos a caminhada na sede do Parque do Rio Preto, uma referência em conservação da natureza e apoio à visitação, ocupando uma área de 10.755 hectares.

Atravessaremos a belíssima Chapada do Couto, um grande platô coberto por campos de sempre-vivas com a presença de alguns capões de mata e afloramentos rochosos típicos do Espinhaço. A área possui grande beleza cênica e amplo visual para toda a região do antigo distrito Diamantino.

Após a Chapada do Couto passaremos pela Mata dos Crioulos, área onde se iniciam as primeiras matas do Bioma da Mata Atlântica na região. A forte cultura dos seus moradores é oriunda da miscigenação entre negros e índios que por ali se mantiveram isolados por muito tempo. As peculiaridades das tradições podem ser notadas principalmente nos seus costumes e nas construções típicas.

O terceiro dia de caminhada será na região conhecida como Bica d’Água, lugar incrustado entre matas e serras bem próximo da base do Pico do Itambé. Dali seguiremos para a Serra da Bicha, antigo nome de uma bela formação rochosa que se refere à presença de onças na região.
A nossa chegada será no vilarejo de Capivari, localizado no entorno do Parque Estadual do Pico do Itambé, que está em processo de implantação numa área de aproximadamente 5.000 hectares. Nele está localizado o maior marco visual da Serra do Espinhaço, o Pico do Itambé, com mais de 2.000 metros de altitude e que desde o período das bandeiras é usado como referência para os viajantes que percorrem os caminhos do Espinhaço.

Durante todos os dias de caminhada teremos animais de carga para levar as bagagens mais pesadas da logística desta operação. Nos acampamentos utilizaremos o apoio das residências de moradores locais, contratadas para servir as refeições do final do dia.

veja mais detalhes e outras programações em: www.andarilhodaluz.com.br

Telefone Andarilho da Luz: (31) - 3494-2727