quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Entenda um pouco sobre a tal camada Pré-Sal

O que é a camada pré-sal, petróleo, poços, gás natural, produção, formação, localização da camada, importância

camada pré-sal
Localização da camada pré-sal (no destaque)

O que é e localização

A camada pré-sal é um gigantesco reservatório de petróleo e gás natural, localizado nas Bacias de Santos, Campos e Espírito Santo (região litorânea entre os estados de Santa Catarina e o Espírito Santo). Estas reservas estão localizadas abaixo da camada de sal (que podem ter até 2 km de espessura). Portanto, se localizam de 5 a 7 mil metros abaixo do nível do mar.

Informações importantes sobre a camada pré-sal

Estas reservas se formaram há, aproximadamente, 100 milhões de anos, a partir da decomposição de materiais orgânicos.

Os técnicos da Petrobras ainda não conseguiram estimar a quantidade total de petróleo e gás natural contidos na camada pré-sal. No Campo de Tupi, por exemplo, a estimativa é de que as reservas são de 5 a 8 bilhões de barris de petróleo.

Em setembro de 2008, a Petrobras começou a explorar petróleo da camada pré-sal em quantidade reduzida. Esta exploração inicial ocorre no Campo de Jubarte (Bacia de Campos), através da plataforma P-34.

Futuro

Se forem confirmadas as estimativas da quantidade de petróleo da camada pré-sal brasileira, o Brasil poderá se transformar, futuramente, num dos maiores produtores e exportadores de petróleo e derivados do mundo. Porém, os investimentos deverão ser altíssimos, pois, em função da profundidade das reservas, a tecnologia aplicada deverá ser de alto custo.

Acredita-se que, somente por volta de 2016, estas reservas estejam sendo exploradas em larga escala. Enquanto isso, o governo brasileiro começa a discutir o modelo de exploração que será aplicado.

Mas fiquem tranquilos, que vamos continuar pagando caro e usando os piores combustíveis do mundo. E os desgraçados sugando o petróleo lá em Brasília e colocando sal na pizza.

ass. Eu. mandando Lula e todos os políticos a Puta que os Pariu!!

O Blog parou. Mas vai rodar muito ainda...

É isso mesmo, amigos.
Tô aqui escrevendo aqui após receber e-mails de alguns amigos, reclamando no bom sentido, claro, do blog estar meio paradão estes dias.
É daí que vou avaliando a vida e vendo como a pediatria realmente consome.
Há 3 semanas comecei a dar uma ajuda atendendo algumas crianças no hospital e reassumindo as internações. E já fudeu tudo. Tipo hoje, atendendo ao invés de estar almoçando. Sábado eu faria uma viagem de moto de cerca de 400km, pra um evento em Arcos. Daí hoje internei uma criança com pneumonia e a viagem já foi pro espaço. Quem mandou inventar isso de novo ?? Rsrsrsrs
Mas sinceramente, gosto muito dessa tal pediatria e procuro fazer com seriedade e profissionalismo. E também ando me sentindo meio inútil pro mundo, somente com o serviço aqui da clínica de trânsito.
Acho que devemos realizar coisas na vida, que façam a diferença pras pessoas. E sinceridade, sinto isso muito pouco com o tipo de serviço que tenho realizado. Me desculpem a franqueza, mas até porque, prestamos aqui o serviço totalmente dentro dos padrões e regras determinadoas pelo Detran, enquanto várias outras clínicas em Minas funcionam sem cumprir diversas normas. E nada acontece com elas. Gosto muito das minhas farras, de acelerar forte nas trilhas, de viajar muito de moto, mas acho que REGRA É PRA SER CUMPRIDA!!
Com isso o desgosto vai tomando conta, o interesse que eu tinha pela especialidade medicina de tráfego tem diminuído cada vez mais e por aí vai...
Até o blog, papo inicial desta escrita, andou meio parado pela correria que está ficando outra vez pra conciliar a pediatria.
E é interessante. Comecei o blog como uma curiosidade e brincadeira e fui parar num site sério e muito legal. Fui convidado pela equipe do programa Vrum, pra assinar uma coluna no site MotoVrum www.motovrum.com.br (tem que copiar e colar no navegador).
Hoje respondo lá pela parte de medicina de tráfego. O trabalho é sério, as cobranças existem e tenho que corresponder aos pedidos pra ante ontem. Tudo com essa nossa internet banda finíssima, bem lenta e microscópica. Mas isso já foi um dos primeiros assuntos no blog. Deixa pra lá.
Então tá. Prometo manter o blog, nem que seja nas madrugadas. As estatísticas mostram inclusive que a vida média de um blog é de 3 meses; já to fora desses números então.
E aos poucos vou reajustar minha clínica de pediatria e entrar no ritmo outra vez. Vou controlar bastante, até porque cumpro horário aqui até as 17horas. Muita coisa muda e vou lutar pra ser correspondido pelo serviço que presto também.
As cobranças são intensas, as pessoas estão extremamente estressadas, o serviço público de saúde é uma merda e todo mundo continua votando nos mesmos safados de sempre. Daí que os procurem pra solucionar os problemas ou pra ver se criam uma bolsa saúde também.

Hoje aprovaram que o salários dos ministros será de mais de 26 mil reais e o "efeito cascata" vai envolver todo mundo da classe devido a tal isonomia que eles tem. Enquanto todo mundo se liga no petróleo e ainda não perfuraram a camada do “Pré-Sal”, já aprovaram também o aumento do número de vereadores no país. Serão mais de 8 mil novos salafrários, mas com promessa das câmaras reduzirem os gastos. Não me façam rir com mais essa. Enquanto isso vamos atendendo consultas pelo SUS a cinco reais, tratando crianças com meningites a cinqüenta e por aí vai.
Ou como digo: assim caminha a humanidade. Cada um com seus problemas...
Ass. Rodriguim.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

As 10 melhores tirinhas

1
*** Amarelinha***




2

*** Sexo Quente! ***





3

*** Que Fora! ***





4

*** Pescaria 1 ***







*** Pescaria 2 ***




5

*** Cérebro Masculino ***






6

*** Que susto ***





7

*** Ruimdows ***





8

*** Alteres ***




9

*** Causas da Impotência 1 ***






*** Causas da Impotência 2 ***





10

*** A dança do Homem Aranha Gay ***

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Larápios. Por Nelson Mota.

Diante da certeza de que eles vencerão, que jamais pagarão por seus crimes, que continuarão ricos e corruptos, e até mesmo respeitáveis, resta-nos ridicularizar suas figuras toscas, seus figurinos grotescos, seus cabelos tingidos, suas caras botocadas. Para que suas esposas e amantes leiam, e seus filhos se envergonhem deles no colégio. Como nós nos envergonhamos todo dia. ( Nelson Motta )













Impossibilidade da legalização da maconha.

Tema bastante polêmico e que tem gerado ampla discussão no meio acadêmico e social reside na busca de alternativas viáveis para o combate ao tráfico e consumo de drogas, por força do fracasso na atual política nacional e internacional de prevenção e repressão a esses dois grandes males que assolam a nossa sociedade neste milênio e que vêm assumindo proporções devastadoras.
Algumas soluções são propostas para debelar o problema, dentre elas, a descriminalização da posse de drogas para consumo pessoal, em especial, da maconha, sob o argumento de que o usuário deve ser tratado e não apenado, tal como ocorre com os dependentes de álcool e tabaco.
Frise-se, no entanto, que nossa legislação não pune aquele que consome substância entorpecente, devendo tal questão ser analisada com maior reflexão, à luz do que dispõe a Lei n. 11.343/2006, a chamada Lei de Drogas. O art. 28 dessa Lei prevê que “Quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar será submetido às seguintes penas: I — advertência sobre os efeitos das drogas; II — prestação de serviços à comunidade; III — medida educativa de comparecimento a programa ou curso edu­cativo. § 1º Às mesmas medidas submete-se quem, para seu consumo pessoal, semeia, cultiva ou colhe plantas destinadas à preparação de pequena quantidade de substância ou produto capaz de causar dependência física ou psíquica.(destacamos).
Como se percebe, em momento algum, a Lei criminaliza a conduta de usar a droga, mas tão somente a detenção ou manutenção da mesma para consumo pessoal. Tutela-se, aqui, o interesse da coletividade, muito mais que o do próprio usuário, pois o que se pretende coibir é o perigo de circulação da substância, resultante de sua aquisição, depósito ou manutenção pelo agente. A Lei não incrimina o uso, porque o bem jurídico aqui violado é exclusivamente a saúde do próprio consumidor da droga, e nosso ordenamento jurídico não admite que alguém receba uma punição criminal por ter unicamente feito mal a si mesmo. Trata-se do princípio constitucional da alteridade ou transcendentalidade, segundo o qual nenhuma lei pode punir alguém por fazer mal à própria saúde. O Direito Penal só pode tutelar bens jurídicos de terceiros, jamais punir o indivíduo que agride a si próprio.
Dessa maneira, o que se quer evitar é o perigo social que representa a detenção ilegal da substância, ainda que para consumo pessoal, ante a possibilidade de circulação da mesma, com a sua conseqüente disseminação.
Note-se que, muito embora não haja mais qualquer possibilidade de imposição de pena privativa de liberdade para aquele que pratique uma das condutas do art. 28, o fato continuou a ter natureza de crime. Sobre o tema, a 1ª Turma do STF já teve a oportunidade de se manifestar no sentido de que não houve abolitio criminis, mas apenas “despenalização”, entendida como exclusão, para o tipo, das penas privativas de liberdade (STF, 1ª Turma, RE 430105 QO/RJ, Rel. Min. Sepúlveda Pertence, j. 13/02/2007, DJ 27/04/2007, p. 00069).
Pretende-se, agora, que as condutas previstas no art. 28 da Lei deixem de ser consideradas ilícitas.
Ocorre que a descriminalização, ao contrário do que se pensa, surtirá o efeito deletério de estimular o consumo de drogas e o narcotráfico.
Não podemos esquecer que o Direito Penal assume importante papel de estimular ou desestimular comportamentos sociais, de forma que, no instante em que o mesmo deixa de considerar crime a posse de drogas para consumo pessoal, muitos se sentirão à vontade para “experimentar” a substância e a tornarem-se usuários/dependentes, levando, portanto, o indivíduo a uma postura individualista, com grave perigo social. Quem lucrará com isso? A sociedade? Claro que não. Quem sairá ganhando, fatalmente, será a rede mundial de traficantes, que forma a base da criminalidade organizada.
Muito embora se afirme que o objetivo da descriminalização é o de tratar, e não punir o usuário de droga, é bom que se tenha presente que a Lei n. 11.343/2006 não impôs qualquer pena privativa de liberdade àquele que adquire ou possui substância entorpecente e, além disso, trouxe um amplo programa de prevenção e combate ao consumo de drogas.
Além do que, quando se assevera que o usuário deve ser tratado e não apenado, encara-se o problema de uma forma isolada, esquecendo-se que o que se tutela não é somente a saúde daquele, mas justamente a proteção da saúde coletiva. Trata-se de um bem maior que extrapola a esfera individual do cidadão.
Aliás, a questão da descriminalização ou não da posse de substância entorpecente não pode mais nem ser analisada apenas sob o enfoque da saúde do usuário, por envolver questões muito mais abrangentes e complexas, dado o impacto que tal medida poderá gerar no meio social, econômico etc. Basta que se tenha presente que, quanto maior o número de usuários, maiores serão os gastos do sistema público de saúde; maiores serão os crimes perpetrados para angariar dinheiro para a compra da droga; e maior será o poder das organizações criminosas.
Desse modo, a descriminalização não resolve o problema do consumo de drogas, nem elimina o narcotráfico.
Num País como o Brasil, em que é patente a sua deficiência na formação educacional, moral e religiosa, de suas crianças e adolescentes, fica difícil sustentar a descriminalização da posse de drogas para uso pessoal, em especial da maconha, pois, com isso, o Estado estará tornando ainda mais fácil o acesso da juventude a uma substância que, ao lado do álcool, como é cediço, traz efeitos nefastos à saúde.
Quando se fala em descriminalização, pensa-se, de forma individual, na figura do usuário e esquece-se dos motivos sociais que levam à proibição legal, como a proteção da saúde e da segurança pública.
Mencione-se que há, ainda, aqueles que defendem que, ao lado da descriminalização das condutas previstas no art. 28 da Lei, também deve ser operada a legalização da droga, em especial da maconha. Com essa medida, viabilizar-se-ia a venda lícita da substância entorpecente, estrangulando a grande fonte de renda das organizações criminosas que é o narcotráfico.
Sucede que, toda política em relação a qualquer substância danosa à saúde, lícita ou ilícita, deve priorizar a redução do seu consumo. Muito embora o Estado permita a aquisição de bebidas alcoólicas e tabaco, percebe-se o crescimento de toda uma política que progride no sentido da intolerância a tais drogas lícitas (por exemplo: Lei anti-fumo).
Levando-se, ainda, em conta que a venda legal não impediu o comércio de bebidas e cigarros falsificados, bem como o seu contrabando, quem garante que, com a legalização, o narcotráfico não será mantido paralelamente?
Por todos esses motivos, o consumo e o tráfico de drogas são os dois grandes males que desafiam a nossa sociedade, mas que não podem ser debelados com a descriminalização das condutas previstas no art. 28 da Lei n. 11.343/2006 ou com a legalização da maconha, assumindo, pelo contrário, o Direito Penal, com o seu aparato, importante papel de nortear os comportamentos sociais e desestimular as condutas danosas à coletividade.

Fernando Capez é Procurador de Justiça licenciado e Deputado Estadual. Presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo. Mestre em Direito pela USP e Doutor pela PUC/SP. Professor da Escola Superior do Ministério Público e de Cursos Preparatórios para Carreiras Jurídicas.
Pergunto: Você é a favor ou contra a legalização da maconha?
Participe desta enquete e envie resposta para o e-mail
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A morte do Padre


O velho padre, durante anos, tinha trabalhado fielmente com povo africano, mas agora estava de volta ao Brasil, doente e moribundo, no Hospital Geral de Brasília, é a notícia da hora.

Já nos últimos suspiros, ele faz um sinal à enfermeira, que se aproxima.
- Sim, Padre? Diz a enfermeira.
- Eu queria ver dois proeminentes políticos antes de morrer, Renan Calheiros e o José Sarney, sussurrou o padre.
- Sim, Padre, verei o que posso fazer, respondeu a enfermeira..
De imediato, ela entra em contato com o Congresso Nacional e logo recebe a notícia: ambos gostariam muito de visitar o padre moribundo.
A caminho do hospital, José Sarney diz a Renan Calheiros:
- Eu não sei porque é que o velho padre nos quer ver, mas certamente que isso vai ajudar a melhorar a nossa imagem perante a Igreja e povo, o que é sempre bom.
Renan Calheiros concordou. Era uma grande oportunidade para eles e até foi enviado um comunicado oficial à imprensa sobre a visita.
Quando chegaram ao quarto, com toda a imprensa presente, o velho padre pegou na mão de Sarney, com sua mão direita, e na mão de Renan Calheiros, com sua esquerda.

Houve um grande silêncio e notou-se um ar de pureza e serenidade no semblante do padre..
Renan Calheiros então disse:
Padre, porque é que fomos nós os escolhidos, entre tanta pessoas, para estar ao seu lado no seu fim?
O Padre, lentamente, disse:
-Sempre e em toda a minha vida, procurei ter como modelo o Nosso Senhor Jesus Cristo.
-Amém, disse Sarney.
-Amém, disse Renan Calheiros.
E o Padre concluiu:
-Então... como ELE morreu entre dois ladrões, eu quero fazer o mesmo.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Perguntas e respostas sobre Influenza A (H1N1)

Minha opnião pouco vale, mas continuo discordando de pessoas da SMS, inclusive colegas médicos, que insistem em dizer não estamos em situação de alarme ou preocupação em relação a Gripe-A.
- Como não, se o MS e as fontes de pesquisa já citam que de cada 10 casos de gripe por influenza, pelo menos 7 são da gripe-A ?
- Como não, se o MS recomenda iniciarmos o tratamento com o "Tamiflu" em todo paciente com febre alta de início súbito e sintomas gripais, ou pacientes com gripe e dor no corpo, articulações ou cefaléia ? Ou seja, independente de confirmar o caso, comece a tratar!
- Como não, se somos o primeiro país no mundo em número de óbitos, sabendo que somos também um país extremamente falho em termos de pesquisa e transmissão de dados na saúde? (este número deve ser bem maior na verdade).
- Como não, se estamos tendo em nossa cidade, casos de pneumonias atípicas e graves em crianças, com resposta insatisfatória aos tratamentos, mesmo com início precoce de uso do "Oseltamivir", (Tamiflu), associado a esquemas antimicrobianos ?

Prefiro analisar os fatos com mais razão e menos emoção e interesses outros, que sabemos bem fazer parte.
Enquanto inúmeras cidades cancelam os seus eventos e festividades, Diamantina se prepara pra armar o circo da medalha JK e trazer uma multidão de gente de outras regiões do país pra nossa cidade.
Os shows continuam agendados, como se o vírus circulasse somente em ambientes fechados e não houvesse risco de transmissão entre pessoas na rua e eventos em locais abertos.
Se não acreditam, porque não enxergam o vírus, esperem até senti-lo.
ass. Rodriguim.

Vamos ao questionário.

1 - Há Tamiflu específico para crianças?Não há medicamento específico para crianças. O medicamento usado no tratamento de Influenza A (H1N1) é o mesmo para todas as pessoas - crianças, adolescentes, adultos, idosos, profissionais de saúde e grávidas. O que varia é a dosagem, que é dada em comprimido para adulto e em solução oral para crianças. O protocolo do Ministério da Saúde estabelece que a dose para adultos é de 75 miligramas duas vezes ao dia, o que corresponde a ingestão de dois comprimidos diariamente, durante cinco dias. Para crianças acima de um ano de idade e menor que 12 anos com menos de 40 Kg as doses variam de acordo com o peso. Crianças com menos de 15 Kg devem tomar doses de 30 miligramas, de 15 Kg a 23 Kg tomam doses de 45 miligramas, de 23 Kg a 40 Kg recebem 40 miligramas em cada dose e acima de 40 Kg, 75 miligramas.

2 - Esse vírus Influenza A (H1N1) é mais violento e mata mais do que o normal?
Até o momento, o comportamento da nova gripe se assemelha ao da gripe comum. Ou seja, o vírus Influenza A (H1N1) não se apresentou mais violento e mortal. No entanto, estudos mais aprofundados ainda devem ser realizados, em todo o mundo, para esclarecer o comportamento do novo vírus.

3 - Qual a orientação do Ministério sobre freqüentar locais fechados?
A recomendação é evitar locais com aglomerados de pessoas, pois isso reduz o risco de contrair a doença.

4 - Qual a validade da matéria-prima em estoque para fabricação do Tamiflu?
Se a matéria prima for mantida em tonéis lacrados, a validade do produto é até 2016. Se os contêineres foram abertos, a validade cai para 2012.

5 - Qual o tempo de duração do tratamento com Tamiflu?
A duração do tratamento é de 5 dias.

6 - Quantos comprimidos de Tamiflu podem ser tomados ao dia?
A pessoa em tratamento toma duas doses do medicamento por dia. Se o paciente for adulto, ele recebe o medicamento na forma de comprimidos. Se for criança, é dada a solução oral.

7 – Enquanto está infectada, por quanto tempo uma pessoa com o vírus da nova gripe transmite a doença?
O período de transmissibilidade da doença é de 02 dias antes até 14 dias após o inicio dos sintomas entre crianças e de 07 dias para adultos.

8 - Há como a pessoa ter a doença e não ter os sintomas?
Sim. Podem haver casos assintomáticos, quando a pessoa tem o vírus no organismo mas não apresenta os sintomas mais comuns como a febre alta repentina e tosse.

9 - É possível ser contaminado com a Influenza A (H1N1) estando com gripe comum?
Não. Um dos motivos para que isso ocorra é a concorrência natural entre os vírus, o que leva à predominância de um em detrimento do outro. Por isso, não há infecção simultânea pelos vírus influenza.

10 - Uma pessoa pode ter Influenza mais de uma vez?
Sim mas não pelo mesmo subtipo de vírus com o qual tenha sido infectado e nem em um curto espaço de tempo. Isso porque a pessoa fica imunizada pelo subtipo de vírus depois de ter a doença. Depois, porque o vírus circula mais em um determinado período do ano por isso é chamado de sazonal, no caso o inverno, estação que varia de acordo com o hemisfério do planeta. No caso do Brasil, a circulação do vírus da gripe aumenta no período de junho a outubro. Portanto, a probabilidade de uma pessoa contrair gripe nesse intervalo de tempo é maior.

11 - A pessoa que já teve Influenza cria imunidade ao vírus?
Sim. Esse comportamento é comum em contaminações por vírus. Depois de infectado, o organismo humano cria defesas contra o “inimigo”, o que evita futuras infecções pelo mesmo vírus.

12 – Qual orientação do Ministério para as grávidas? Elas devem ficar em casa?
As grávidas exigem atenção especial, independente do período de gestação, no atendimento nas unidades de saúde. Mesmo assim, as gestantes devem seguir as mesmas recomendações dadas à população em geral em relação à prevenção do vírus Influenza A (H1N1). Algumas delas são: evitar aglomerações, evitar contato com pessoas infectadas, manter boa alimentação e higiene das mãos, entre outros hábitos saudáveis. Ao sentir febre alta repentina acima de 38º e tosse, acompanhada ou não de outros sintomas de gripe, como dores no corpo e nas articulações, a gestante deve procurar atendimento médico imediato. Assim como em bancos e supermercados, na unidade de saúde a mulher grávida deve ter atendimento prioritário.

13 – Quem volta de viagem do exterior deve ir direto trabalhar ou ficar em casa por alguns dias?
Se uma pessoa volta de viagem e deve se dirigir imediatamente ao local de trabalho, poderá fazê-lo, desde que não tenha tido contato com pessoa com diagnóstico positivo para a nova gripe e não esteja com sintomas da doença. Em caso de dúvida, o cidadão deve procurar informações junto à secretaria municipal de saúde. E como em qualquer outra situação manter as medidas de higiene.

14 – Por que o obeso mórbido tem mais chances de morrer adoecer do que uma pessoa essa doença?
A obesidade é fator de risco para várias enfermidades como o diabetes, doenças do aparelho circulatório e aquelas causadas por vírus, entre eles o Influenza A (H1MN) Tem mais chances de agravar o quadro e, não necessariamente morrer.

15 – Devo evitar viajar para os estados do Brasil mais afetados com a doença?
Adiar viagens é uma decisão pessoal. A recomendação do Ministério da Saúde é evitar viagens que podem ser adiadas, o que não significa proibição a deslocamento de viagens nacionais e internacionais. Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), restrições de viagens é uma medida ineficaz para o controle do vírus Influenza A (H1N1). O vírus está circulando em todo Brasil.

16 – Se um paciente com síndrome gripal, mesmo com quadro leve, continuar com os sintomas da doença, ele deve retornar ao médico?
Sim. De acordo com as recomendações do Ministério da Saúde, todo paciente, uma vez instalado o quadro de síndrome gripal, MESMO EM QUADRO LEVE ONDE NÃO ESTÁ INDICADA A INTERNAÇÃO HOSPITALAR, é orientado a ficar atento a todos os sinais e sintomas de agravamento e, em persistindo ou piorando um sinal ou sintoma nas 24 a 48 horas, consecutivas ao exame clínico, ele deve RETORNAR imediatamente a um serviço de saúde.

17 – Existe alguma contra-indicação em relação ao uso de salicilatos (como aspirina) em casos suspeitos ou confirmados de infecção pelo vírus influenza?
Sim, apenas para menores de 18 anos. Os salicilatos, encontrados em analgésicos, antitérmico e antiinflamatórios, são contra indicados para pessoas abaixo de 18 anos por causa do risco de desenvolvimento da Síndrome de Reye, distúrbio raro do fígado e cérebro que pode ser fatal.

18 – Para quem é indicado o tratamento com fosfato de Oseltamivir (Tamiflu)? O Ministério da Saúde liberou o uso do medicamento para todas as pessoas?
O Ministério da Saúde não recomenda o uso do Oseltamivir para toda a população porque o uso inadequado do produto pode levar resistência do vírus ao medicamento. Além disso, o uso sem controle e desnecessário do Oseltamivir pode levar ao desabastecimento, o que traria danos à toda a população além do risco de reação adversa.
Portanto, a medida adotada pelo governo brasileiro tem o objetivo de evitar que o vírus da nova gripe crie resistência ao único tratamento disponível no mundo. Além disso, o uso racional do Oseltamivir no tratamento de Influenza A (H1N1) é uma recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) para evitar maiores riscos à saúde pública.

Está indicado o uso do Oseltamivir para todas as pessoas que apresentarem a Síndrome Respiratória Aguda Grave: pessoa em qualquer idade que com febre repentina acima de 38º e tosse e dificuldade de respirar (dispnéia) ou com outros sintomas como dores no corpo e nas articulações. Esses são os indivíduos que exigem hospitalização. Também está indicado para os casos de pessoas que apresentem sintomas e façam parte do grupo de risco ou que apresentem fatores de risco para complicação da doença. A mesma recomendação vale para mulheres grávidas.

19 - O Brasil possui Tamiflu suficiente?
O Brasil possui 9 milhões de tratamentos em matéria prima, adquirido ainda em 2005, na época da gripe aviária. O Ministério da Saúde investiu mais R$ 34,75 milhões na compra de 800 mil novos tratamentos. Há 60 mil tratamentos prontos para o uso. Uma leva de 50 mil chegará ao Brasil até 15 de agosto e mais 750 mil até 30 de setembro.

20 – O que muda na disseminação do vírus quando começar a primavera?
Embora o risco de transmissão da gripe seja reduzido antes e depois do inverno, as recomendações para a prevenção do vírus Influenza A (H1N1), bem como dos outros tipos de vírus da gripe, são as mesmas: lavar as mãos constantemente, evitar por as mãos na boca e nos olhos, evitar aglomerações em ambientes fechados, proteger a boca e o nariz ao tossir ou espirrar, usar lenço descartável, limpar sempre as superfícies de mesas, telefones, maçanetas e outros móveis e objetos de uso coletivo, bem como ficar atento ao surgimento de casos da doença na comunidade, no trabalho ou na escola.

21 - No mundo, há diversos quadros respiratórios, a grande maioria resfriados comuns. Como é que a gente diferencia esse quadro de uma gripe?
O que diferencia um resfriado de uma gripe é a presença de febre, o sintoma mais comum nos casos de infecção por Influenza. Portanto, o quadro clínico de uma pessoa com a nova gripe inclui a febre como um dos principais sintomas, além da tosse e outros como dores nas articulações e nos músculos.

22 – Preciso usar máscara em lugares de grande circulação para evitar o contágio?
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a principal forma de transmissão não é pelo ar, mas sim pelo contato com superfícies contaminadas. Por isso, o uso de máscaras pela população não é recomendado pelo Ministério da Saúde. Entretanto que está doente, deve fazer uso de máscara quando houver necessidade de contato com outras pessoas, para não transmitir o vírus.

23 – Por que a doença atinge mais os jovens?
Embora a incidência da doença seja maior entre jovens, ainda não há estudos mundiais conclusivos sobre a transmissibilidade da doença, ou seja, que esclareça melhor o comportamento da nova doença.

24 – Qualquer pessoa poderá receber a vacina?
O uso de uma vacina em saúde pública é baseado em critérios técnicos. Geralmente, os imunobiológicos são utilizados em grupos mais vulneráveis. Porém, como ainda não há vacina disponível, esses critérios ainda não foram definidos

27 – O medicamento infantil vale para até que idade?
Não existe medicamento infantil. A única diferença no uso do Oseltamivir é que crianças tomam o remédio sob forma de solução oral e adultos sob forma de comprimidos.

28 – Pessoas gripadas devem ficar em casa e não ir trabalhar?
Pessoas com sintomas de gripe devem procurar orientação médica antes de adotar medidas de isolamento domiciliar. Manter as medidas de higiene

29 – Quais são os sintomas que indicam a necessidade de usar o medicamento?
O uso do tratamento da gripe por Influenza A (H1N1) é definido de acordo com a avaliação médica. Ao sentir febre alta repentina acima de 38º e tosse acompanhada ou não de outros sintomas de gripe, como dor no corpo e nas articulações, a pessoa deve ir imediatamente a uma unidade de saúde, onde será avaliada e orientada a conduta a ser adotada.

30 - Como pacientes graves, internados, poderão buscar o medicamento? Nesse caso, os hospitais públicos e particulares buscam para o paciente?
O Ministério da Saúde descentralizou o medicamento para os Estados, que são os responsáveis pela logística e fluxograma de acesso. Pacientes hospitalizados são tratados na própria unidade onde estão sendo tratados.

31 - Como o paciente ou responsável com a receita médica encontra o medicamento?
O Oseltamivir, único medicamento disponível no mundo para tratar a nova gripe, é fornecido pelo Ministério da Saúde aos estados e municípios para uso racional e de acordo com a avaliação dos profissionais que atendem ao caso suspeito no hospital onde a pessoa busca atendimento.

32 – Onde o medicamento está disponível?
É importante que cada individuo procure saber essa resposta diretamente NO SEU ESTADO OU MUNICIPIO. Cada Estado fez a descentralização para as Unidades de Saúde que atendem O medicamento está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) e receitado de acordo com orientação médica.

Fonte: http://portal.saude.gov.br/saude/ - atualizadas em 31/08/2009 as 14:40 hs

disque saúde 0800 61 1997

Ministério da Saúde - Esplanada dos Ministérios - Bloco G - Brasilia / DF
CEP: 70058-900

O Homem. O Seu Custo. O Seu Preço. O Seu Valor!

“Fulano não vale o que come.”

Meus amigos, existem algumas perguntas muito difíceis de serem respondidas. Eis três delas: Quanto custa um homem? Qual o preço de um homem? Quanto vale um homem? É sobre as respostas a essas perguntas que quero tratar com você hoje.

A primeira pergunta: Quanto custa um homem? Talvez das três seja esta a mais fácil de responder. O homem, assim como qualquer objeto, custa o montante que se gastou para construí-lo. Esse é o custo. Eu já vi tentativas de cálculos levando-se em consideração desde o valor pago no exame realizado para fazer o diagnóstico da gravidez, o leite gasto em sua alimentação inicial, o alimento durante toda a sua vida, a vestimenta, a escola, o transporte, a hospedagem... até se chegar a um valor, digo, a um montante. Pronto. Este homem custou tanto para ser construído.

Errado! Longe da verdade. Como computar as emoções, as expectativas, os sonhos, os sofrimentos, as frustrações... os abraços, os beijos, os carinhos que se lhe foram adicionados para se chegar a esse homem?!

Portanto, meu amigo, não tem como calcular o custo de uma pessoa humana. Um dia um soldado morreu e, aproveitando o seu corpo, construiu-se um super soldado. Deram-lhe o nome de Cyborg – O Homem de Seis Milhões de Dólares. Esse foi o montante de dinheiro que se usou para construir aquele indivíduo. Mas aquilo era máquina. O homem não é uma máquina. Pelo menos não é apenas uma máquina.

Impossível calcular quanto um homem custa!

A segunda pergunta: Quanto vale um homem? Você, meu estimado, já ouviu muitas vezes afirmações como: Fulano não vale nada! Aquilo trocado por m... é caro! Por outro lado, já ouvimos: Sicrano é um sujeito de muito valor!

Valor é quase como a fama. É um bem que o sujeito constrói sobre si na cabeça dos outros... é um conceito, uma opinião que os outros têm sobre a gente. Quantas vezes uma pessoa tem um valor enorme perante a opinião dos outros, entretanto, mergulhado numa infeliz depressão, para si ele não vale nada.

Quantas pessoas de muito valor cada um de nós conhece?! Como me faz bem conhecer pessoas de valor. O valor de um homem está muito ligado à ética, à moral, à seriedade, à honestidade, à correção de conduta, ao caráter, ao trabalho realizado e aos objetivos buscados. Está muito ligado ao que ele deixará depois que faltar. O valor não está ligado ao que a pessoa tem, ao que fala, ao barulho que produz.

Para mim, por exemplo, a pessoa de maior valor que conheci era cega de nascença, nunca cortou os cabelos, benzia e sofria de bronquite asmática. A madrinha dos nove filhos do meu pai.

Como você pode perceber, valor é o resultado de uma soma de fatores abstratos, etéreos, porém, facilmente detectáveis.

Terceira pergunta: Qual o preço de um homem? Você já ouviu a afirmação: Todo homem tem o seu preço! Eu também já. Houve época em que eu acreditava que esta afirmação era incorreta. Ou que pelo menos tinha exceções. Hoje penso diferente. A vida me ensinou que se você ainda não se vendeu é porque ainda não chegaram ao seu preço.

Sabe aquela afirmação: A necessidade é que faz a pessoa gemer?! Alguns se vendem por necessidade, outros por vaidade... outros por não resistirem ao som do “estrume do diabo” (conforme minha mãe se referia ao dinheiro). Alguns se vendem por migalhas (“trinta moedas de prata”), outros por milhões. Pode ser, meu querido amigo, que você ainda não teve a necessidade de se vender. Agradeça ao Pai. Não é mérito seu. É graça do Pai. Existem moedas que são irresistíveis... principalmente aquelas que não se deposita em contas bancárias, aquelas com as quais não se adquire patrimônio material... a vida de um filho, por exemplo. Para salvar um bem amado você se vende... você paga até com a própria vida.

Outros, porém, por milhões vendem sentenças, interferem no equilíbrio natural da balança da justiça... mandam para cadeia inocentes ou mantém em liberdade criminosos.

Outros surrupiam, sem necessidade, alimentos, ou roupas, ou calçados, encaminhados para socorrer vítimas de catástrofes. Todos, aqueles e estes, protegidos pelo silêncio do escondido, pela sensação de segurança transmitida pela impunidade, quando descobertos, cobrem o rosto para não serem identificados.

Estou aqui tratando de teses e não de fatos, embora, as notícias recentes insistem em apontar ao contrário.

Então, meu irmão, quanto você custa? Quanto você vale? Qual é o seu preço? Você custa muito para os seus, vale muito para todos – sua família, seus amigos, a sociedade, a humanidade – e o seu preço depende de você. Pense nisso.

*O autor é médico em Dourados – Mato Grosso do Sul – O Estado do Pantanal.

Autor do livro Pós-Graduação na Universidade da Vida.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

American Pit Bull Terrier. Vulgo Pit Bull

Como proprietário de uma fêmea da raça, já tendo tido outros 2 cães da mesma, posso afirmar que o cão nasce com um instinto genético. Mas que com certeza, o seu comportamento social depende totalmente do meio em que vive. Cães mestiços, oriundos de fundo de quintal , criados de modo inadequado, estimulados para rinhas e comportamentos agressivos, acabam por gerar os problemas que as TVs adoram noticiar. Claro, uma mordida de um Pincher não faz o mesmo estrago e não dá "ibpope". Vamos conhecer melhor esta raça tão admirada por uns e odiada e temida por outros.
ass. Rodriguim.

História da Raça

A história do American Pit Bull Terrier está ligada ao combate de cães e touros que foi muito apreciado por populares, especialmente na Inglaterra, no século XVIII, começando a decair no início do século XIX, até ser definitivamente proibido pelo governo inglês em 1835.
Até então, nesta época, eram utilizados os Old Bulldogs. Estes cães eram ferozes e altamente agressivos com outros animais. A estética do animal não tinha a menor importância, já que o que realmente importava era seu desempenho no ringue.

A região de New Castle, na Inglaterra, era muito famosa pelos Fighting bulldogs no século XIX. Os cães mais famosos eram do criador Jack Simons. Estes animais eram tatuados e chamados de Pool para machos e Polly para fêmeas.
Jack Simons utilizava nos Matchs Bulldogs denominados Blue Pool contra Wardles Pool. A história nos conta que os Blue Pool são os antecessores diretos dos nossos atuais PIT BULL.

Uma das mais conhecidas arenas de rinhas de cães se situava em Duck Lane, Londres, e se chamava Dog Pits, com funcionamento aos domingos e quartas feiras, onde apresentavam-se cães de 7 e 8 anos de idade e com mais de 30 vitórias catalogadas.
Os ingleses, como grandes entusiastas de lutas entre cães e touros, advertiam que os Old Bulldogs careciam de agilidade. Daí surgiu a idéia de mesclá-los com outras raças, mantendo a potência e ferocidade, e acrescentando Agilidade, Resistência e Determinação. Foram escolhidos então os Terriers, cães de caça altamente destemidos, muitos populares, resistentes e fáceis de serem mantidos.

Dessas miscigenações surgiram inúmeras nomenclaturas, como Pit Bulldogs, Pit Terrier, Half and Half, Yanke Terrier, Pit Bull Terrier, American Staffordshire Terrier.
Hoje são confundidos com o American Pit Bull Terrier, apenas por similaridade de nomes : o Bull Terrier, o Staffordshire Terrier e o American Staffordshire Terrier.
O American Staffordshire Terrier, no início do século XX, deu origem a duas raças distintas, de acordo com o direcionamento da criação. Assim, cães mais agressivos com outros animais foram direcionados para função de Rinha e cães mais agressivos com pessoas foram direcionados para guarda de propriedade. Estes eram selecionados pela Beleza e Comportamento, sendo que conseguiram uma homogeneidade no Plantel ao ponto de serem reconhecidos em 1935 pelo Kennel Club de Londres, e em 1936 pelo AKC (American Kennel Club.). Os seus irmãos, hoje reconhecidos como American Pit Bull Terrier, reinam absolutos diante de todos os animais e cães usados em todos os tempos ( no que diz respeito a Rinhas).

O mais famoso estudioso americano da raça comenta, em um de seus livros, que o Gameness, um termo muito utilizado no meio do Pit Bull, quer dizer Determinado, vontade de brigar, sendo que a obstinação é mais importante no Pit Bull que o Fight Ability (habilidade de lutar). Na maioria das vezes, o Gameness é o que pode decidir o combate.
Hoje o Pit Bull é reconhecido por duas entidades americanas, o UKC (Kennel Club Unido) , a ABDA e no Brasil pelo Kennel Club Paulsita de Pit Bull.

O Pit Bull, na verdade, descende de inúmeras gerações de game-dogs e, embora na sua origem seja um cão de combate, também trabalha como um verdadeiro campeão na função de caçador. Nos tempos atuais exerce a função de cão de guarda e companhia devido à sua docilidade e lealdade para com seus donos.

COMPORTAMENTO


AMERICAN PIT BULL TERRIER é um cão forte, resistente, musculoso, valente e determinado, qualidades vitais para um cão de defesa e vigilância . O PIT BULL cuida zelosamente do seu dono e também é um ótimo companheiro de toda a família especialmente das crianças, porém é um cão que necessita de muito exercício e preferencialmente deve ser adestrado desde cedo para que não adquira vícios que venham a causar um desvio de comportamento. Nota-se um grande prazer por parte destes cães de trabalhar, seja para cumprir simples tarefas de obediência ou trabalhos mais complexos como farejar drogas e participar de provas de adestramento.

LEIS

O American Pit Bull Terrier vem sofrendo diversas restrições legais em diversos países inclusive no Brasil, não podemos cair no erro de países como Inglaterra , França, que proibiram a criação da raça. A proposta de criação no Brasil é direcionada para guarda e companhia, para se Ter uma idéia estima-se que no Brasil tenha hoje 40.000 Pit Bulls. Cerca de sessenta por cento dos ataques de cães ocorridos e registrados tem como protagonista cães de origem não definida ou popularmente falando "os VIRA - LATAS ". O Pit Bull ou outra raça qualquer não é merecedora de culpa pois os verdadeiros culpados são aquelas pessoas que com a desculpa da necessidade de se Ter um animal feroz, treinam indevidamente seus animais.

DICAS DE UM BOM FILHOTE

1. O filhote deve ser desinibido e muito brincalhão, corajoso e muito valente.
2. 2. O filhote deve Ter a aparência saudável e inquieta, com pêlos brilhantes e pesando mais do que aparenta.
3. O filhota deve ser robusto, com peito largo, dorso reto, traseira larga e cauda grossa.
4. Evita comprar um filhote pela cor, escolha sempre pelo temperamento desejado.
OBS: Na compra de um filhote procure canis confiáveis, responsáveis e que criem cães com a proposta de aprimorar esta magnífica raça, excluindo os criadores que criam com a finalidade de rinha ou que dão ênfase exclusivamente a agressividade da raça.

As informações deste artigo foram fornecidas pelo Canil Grassano - propriedade de
Flávio Grassano Jorge - Campinas - SP

fonte: saudeanimal.com.br

Por dentro da alma dos homens e mulheres sobre duas rodas

Apaixonados por motocicletas

Quando o assunto é amor, imediatamente lembro-me dos gregos que usavam quatro diferentes palavras para descrever este sentimento tão nobre. “Philia”, por exemplo, era a palavra usada para falar do amor entre amigos; já quando o assunto era o amor fraterno, familiar, a palavra usada era “Storgé”. Para falar do romance que une homens e mulheres a palavra empregada era “Eros” e para falar sobre o amor incondicional do supremo criador da vida, Deus, a palavra era “Ágape”. Mas, o amor que desejo abordar aqui é o amor dos motociclistas por motocicletas, então vejamos:

Constantemente ouvimos motociclistas dizerem que amam a motocicleta ou o motociclismo, são apaixonados, aficionados, loucos por motos e coisa e tal, será? O escritor Içami Tiba abordou em um de seus livros o relevante tema: quem ama educa, ou seja, quem ama se dedica, investe tempo, em suma: quem ama, cuida.

Lavar a moto, fazer manutenção preventiva, estar sempre com tudo em ordem, requer dedicação, empenho e investimento, isso é demonstração de amor pela motocicleta. Não existe amor sem sacrifício.

Mas, será que existem limites para o amor? Conheço pessoas que têm verdadeira fixação por motos, deixam de investir em uma casa própria, família e profissão, para adquirirem a moto dos sonhos. Será essa a verdadeira demonstração de amor?

O memorável músico Renato Russo usou partes de uma carta do Apóstolo Paulo sobre o amor, como letra de uma de suas músicas que fez muito sucesso, mas, é indispensável dizer que é comum as pessoas confundirem amor com paixão. A paixão é como um fogo arrasador e intenso, mas não dura muito, o amor por sua vez é racional, cauteloso e persistente.

Você realmente ama o motociclismo? Até onde vai o seu amor por sua motocicleta? Você cuida dela? Mantém limpa? Cuida para que ela esteja sempre em ordem? E em relação ao motociclismo? Até onde vai o seu amor?

Um dos meus lemas é contribuir efetivamente para a construção de um motociclismo melhor, mas, é preciso que cada motociclista faça a sua parte. Pense: você está filiado a uma entidade? Participa de ações que possam resultar em melhorias para o motociclismo?

Seja como for, há vários grupos da sociedade que se reúnem e lutam pela união e fortalecimento de sua cultura, dentre eles podemos destacar os japoneses no bairro da Liberdade, os italianos no Bairro do Bexiga, os nordestinos com o seu Centro de tradições nordestinas e os gaúchos, etc.

E nós motociclistas? Quer sejamos usuários, profissionais, militares, esportistas ou estradeiros. Onde nos reunimos? Quem nos representa? Qual é nossa cultura, e o que defendemos?

Lembro-me que há pouco tempo a Prefeitura de São Paulo anunciou que proibiria a circulação de motocicletas nas vias expressas das Marginais Pinheiros e Tietê. Através da Associação Brasileira de Motociclistas (Abram), nos manifestamos veementemente contrários e propusemos aos que estivessem dispostos a se sacrificarem pelo motociclismo, deveriam colocar um pano preto no guidon de sua moto e ocuparem o lugar de um carro na via, durante o seu trajeto do dia-a-dia, ainda que pra isso tivessem que acordar bem mais cedo que o habitual. Sentimos de fato que iríamos “parar” a cidade de São Paulo, mas tal medida não foi necessária, pois a Prefeitura recuou, entretanto, te pergunto: Você estaria mesmo disposto a realizar tal sacrifício pelo motociclismo?

Fonte; texto por Lucas Pimentel - Presidente da Associação Brasileira de Motociclistas (ABRAM). Publicado no jornal MotoVrum

Comparativo Fazer 250, CB300R e Ninja 250cc.

Observe estes três modelos e veja que interessante: têm cilindrada equivalente, servem para levar e trazer pessoas ou simplesmente para curtir o melhor que a vida pode oferecer. Embora sejam simplesmente motocicletas, cada uma oferece UM sabor diferente na pilotagem, no uso e, claro, no bolso. A mais apimentada deste trio é a Kawasaki Ninja 250, que entrou no teste com as duas mais vendidas para provar na pista se realmente é a mais esportiva A recém-lançada Honda CB 300R tenta oferecer um pouca deste paladar, revelando um design dos mais esportivos entre os produtos 'nacionais de baixa cilindrada (a Ninia é importada), enquanto a Yamaha Fazer 250 e sua receita arroz-com-feijão pode ser a opção daqueles que precisam, simplesmente, de eficiência Para saboreá-las, colocamos as panelas no fogo, abrimos o gás e descobrimos que as diferenças são menores do que os desenhos sugerem Se você não acredita, vire a página.


Nosso comparativo foi fundo. Passamos um dia inteiro no autódromo do ECPA, em Piracicaba (SP); andamos também por ruas e estradas, com e sem garupa, freamos, deitamos, raspamos joelho, pedaleira e até escapamento no chão. Só não fizemos crash-test. Nas voltas rápidas com as três motos, confesso que quase fui ao chão com a Kawasaki. E a partir daí começaram as primeiras conclusões. E conclusões inéditas, até para os especialistas que participaram deste teste (me ajudaram os pilotos Francis Vieira e Leandro Mello). A Kawasaki Ninja 250 não é tão esportiva quanto suas linhas sugerem. Em segundo lugar, a Honda CB 300R não é tão mais rápida que a antiga Twister 250 e,por último, a Fazer se mostrou mais fácil de pilotar que qualquer outra rival. Justiça seja feita, até mesmo porque olhando estes modelos a Fazer já acena desvantagem. A Yamaha se limitou às mudanças exigidas pelo programa de redução de emissões, usando catalisador e sonda lambda no escapamento, além da reprogramação do sistema de injeção. Para resumir, em uso a nova Fazer está quase igual às produzidas até 2008.

Já o problema da Ninja é custar R$ 18.880, quase o equivalente a duas Fazer 250 (R$10.950). E, cá entre nós, ela não é duas vezes mais esportiva que o modelo da Yamaha, a menos que o critério seja visual. A Honda tem valor sugerido de R$ 11.490 em média é vendida em média por R$ 12.500. Para comprovar essa questão de esportividade avaliamos as três concorrentes, monitoradas com cronômetro e GPS, em voltas rápidas. Nesta volta rápida, simulamos o que você poderia fazer, por exemplo, numa estrada sinuosa de serra, naqueles dias em que está atrasado para uma entrevista de emprego.

Veja que surpresa. Com 12 cv a mais que a Fazer e quase 7 cv a mais que a Honda (com motor 300 cc), a carenada e esportiva Ninjinha não foi tão mais rápida como imaginamos. Leandro Mello fez a volta mais rápida com a verdíssima Kawa em 39,5 segundos, contra 39,7 segundos da CB 300R e, logo atrás, 40,3 segundos da Fazer 250. Entre a primeira colocada, a Kawasaki 250, e a última, a Fazer 250, se passaram apenas 8 décimos de segundo, tempo inferior ao que você levou para ler esta frase. Certo que o autódromo do ECPA é bem travado, com curvas de baixa veloci.

Jade seguidas de pequenas retas, mas o fato da CB e da própria Fazer estarem tão perto da Kawasaki sugere o seguinte: no retomadas e freadas, aplausos à ciclística acertada das nacionais CB e Fazer.

Esqueça aquela história de que motor em V é bom para se obter torque, em linha é melhor para potência e assim por diante. Na verdade, a potência gerada por um motor corresponde à quantidade de energia produzida em um intervalo de tempo. É por isso que os engenheiros buscam cada vez mais rotações em seus propulsores, Na MotoGP algumas unidades já chegam a 19.000 rotações por minuto. Girando mais, consegue-se produzir mais energia. A 19.000 giros, um motor de 4 tempos produz 158 ciclos de energia por segundo. Este mesmo propulsor funcionando a 1.000 giros, por exemplo, gera somente 8,3 ciclos energéticos por segundo. Percebeu a pequena (grande) diferença?

Em teoria, um motor "girador" é mais potente que outro similar que gira menos, Dizem os especialistas que o motor não gera potência, e sim torque. E quase verdade, porque o número de potência é uma resultante entre a rotação versus o torque, mas isso é assunto para outra reportagem 0 fato é que a Kawasaki se aproveitou dessa lei para gerar mais potência. Ela simplesmente aumentou a potência gerando mais rotações. Parece simples, mas não, Para tanto, tem dois cilindros, cada um com quatro válvulas (duas de admissão e duas de escapamento) e conta com uma capacidade de aspiração de ar bem maior Tudo isso é fruto de um trabalho focado, não adianta "estourar" as rotações segurando o acelerador que a potência não aparecerá do nada.

E tem ainda outro problema: quanto mais rotações, menor a faixa de torque. Como o motor foi projetado para isso (não dá para ganhar todas...) e os números não mentem. Medidos em GPS, obtivemos os seguintes resultados nas retomadas entre 40 km/h e 80 km/h: 12,8 segundos para a Kawasaki, 10,2 segundos para a Fazer e 9,2 segundos para a CB 300.0 motor da Ninja não é mais potente? Sim, e bem mais potente. Mas a diferença de potência só se dá em altos giros, como em qualquer outra esportiva. Fazer, e principalmente a CB, têm mais agilidade em baixa rotação.

É certo que não existe nada no Brasil que consiga trazer o patamar das superesportivas para, digamos, algo palpável. Palpável, na verdade, para quem está disposto a investir quase R$19 mil na compra de uma motocicleta de 250 cc. A Kawasaki, fora todos seus adjetivos estéticos e dinâmicos, é a única das três capaz de suportar velocidades até 160 km/h reais (CB e Fazer estacionam a 132 km/h). E nada de garupa, que não conta sequer com apoios para as mãos. Neste aspecto, aliás, aplausos para a Fazer, cujo formato do banco é mais confortável para o garupa. A Kawasaki Ninja 250, com seu motor de 33 cv, é sinônimo de potência e status, enquanto a Honda CB 300R é puro design. A Fazer, por sua vez, prioriza a utilidade. Faz quase tudo o que as outras permitem, mas custa menos.

NINJA


MOTOR
249cc, dois cilindros paralelos, quatro válvulas por cilindro, duplo comando no cabeçote (DOHC) e refrigeração líquida Diâmetro x cua, . 62 mm
x 41,2 mm Taxa de compressão: 11,6: 1 Potência: 33 cv a 11.000 rpm Torque: 2,24 kgf.m a 8.200 rpm Alimentação: Injeção eletrônica Câmbio, seis marchas

CICLÍSTICA
Quadro: aço Suspensões: garfo telescópico na dianteira e monoamortecida a gás com cinco regulagens de pré-carga na traseira Pneus: 110/70-17 na dianteira e 130/70-17 na traseira

FREIOS
Dianteiro: disco de 290 mm e pinça de dois pistões
traseiro: disco de 220 mm e pinça de dois pistões

DIMENSÕES / PESO
Comprimento: 2.085 mm Largura: 715 mm Altura do banco: 790 mm Altura total: 1,115 mm Altura livre do solo: 135 mm Entre-eixos: 1.400 mm Peso: 170 kg 152kg (a seco)
ONDE ENCONTRAR
www.kawasakibrasil,com.br
Preço médio: R$18.800 R$15.500 (em São Paulo)

CB 300R


MOTOR
291,6cc, um cilindro, quatro válvulas, comando duplo no cabeçote (DOHC) e refrigeração a ar Diâmetro x curso: 79 mm x 59,5 mm Taxa de compressão: 9,0:1 Potência: 26,53 cv a 7.500 rpm Torque: 2,81 kgf.m a 6.000 rpm Alimentação: injeção eletrônica Câmbio: cinco marchas

CICLÍSTICA
Quadro: berço semiduplo Suspensões: garfo telescópico com 130 mm de curso na dianteira e monoamortecida com 105 mm de curso na traseira Pneus: 110/70-17 na dianteira e 140/70-17 na traseira

FREIOS
Dianteira: disco de 276 mm com pinça de dois pistões Traseira: tambor de 130 mm

DIMENSÕES / PESO
Comprimento: 2.085 mm Largura: 745 mm Altura do banco: 781 mm Altura total: 1.040 mm Altura livre do solo: n,d. Entre-eixos: 1.402 mm Peso: 143 kg (a seco) Tanque de combustível: 18 litros

ONDE ENCONTRAR
www.honda.com,br
Preço médio: R$ 12.500

FAZER

MOTOR
249 cc, um cilindro, duas válvulas, comando simples no cabeçote (OHC) e refrigeração a ar e óleo Diâmetro x curso: 74,0 mm x 58,0 mm Taxa de compressão: 9,8:1 Potência: 20,7 cv a 7.500 rpm Torque: 2,1
kgf.m a 6.500 rpm Alimentação: injeção eletrônica Denso Câmbio: cinco marchas

CICLÍSTICA
Quadro: berço duplo Suspensões: telescópica na dianteira com 120 mm de curso, traseira mono-amortecida com cinco regulagens e 120 mm de curso Pneus: 110/80-17 Pirelli Sport Demon na dianteira e 130/70-17 Pirelli Sport Demon na traseira

FREIOS
Dianteira: disco de 282 mm com pinça de dois pistões Traseira: tambor, com 130 mm na traseira.

DIMENSÕES / PESO
Commprimento: 2.025 mm largura: 745 mm Altura do banco: 805 mm Altura total: 1060 mm Entre-eixos: 1.360 mm Peso:137 kg (a seco) Tanque de combustível: 19,2 litros

ONDE ENCONTRAR
www.yamaha-motor.com,br
Preço médio: R$10.950

fonte: Motociclismo on line

Equipamento de segurança não se restringe a capacete.



É comum nos dia a dia, motociclistas pilotarem sem os equipamentos essenciais de proteção, muitos fazendo uso somente do capacete, como se em uma queda somente a cabeça batesse contra o chão.
Se houver tempo de alguma reação durante um acidente, vamos em primeiro lugar tentar proteger com os braços e aí as mãos irão sofrer o primeiro impacto e a primeira ralada no asfalto ou na terra. Logo as mãos que servem pra gente fazer praticamente tudo na vida. A maior amiga dos solitários... rsrsrs

Recentemente um amigo num tombo simples perdeu o segundo dedo do pé, porque estava pilotando de chinelo. Se estivesse com um tênis ou bota adequados, nada teria acontecido.
É também comum vermos as mulheres pilotando com saltos, tamancos, sandálias de dedo, bolsas penduradas no ombro ou guidão e usando como proteção também tão somente o capacete, que na maioria das vezes não é de tamanho adequado e não está com o devido ajuste da cinta jugular.
Resolvi então postar estas fotos, para que todos analisem a diferença entre usar ou não equipamentos de segurança. E não adianta comprar equipamento barato e vagabundo. A conta sai mais cara no final.
Nas fotos, o sujeito ralado, com mãos e pernas esfoladas levou um tombo considerado leve, em baixa velocidade, dentro da cidade. Foi submetido a internações e a ainda hoje lcarrega cicatrizes marcantes deste tombo pelo corpo. Estava de bermuda e camiseta.
Nas fotos seguintes, vemos uma jaqueta e uma calça rasgadas após um tombo a mais de 140 km/h. Vejam como o asfalto lixou o motor e o quadro da motocicleta. Esta queda ocorreu após o motociclista bater contra um cão. Apesar to tombo, o motociclista não sofreu nada que o levasse a um hospital. Além da roupa adequada usava boa botas e protetor de coluna.
Moramos num país tropical de clima quente, mas pensem nas conseqüências de um tombo antes de sair pilotando com as coxinhas e os braços de fora.

ass. Rodriguim.