terça-feira, 27 de dezembro de 2011

CASA DE CADA UM

Todo fim de ano é a mesma ladainha, com todo mundo. Hora de refletir, repensar na vida e nas atitudes tomadas no ano que passou e fazer inúmeras promessas, nem sempre cumpridas.Alguns prometem parar de fumar, outros de beber, alguns programam a tão sonhada ginástica para emagrecer, mudar de emprego e por aí vai...

Penso sempre que mudam apenas os números dos anos. A vida continua e a labuta de todo dia também.Mas, se existe um calendário, que tanto marca a vida da gente, podemos e devemos sim, aproveitar este momento para refletir e tomar novas condutas.

Hora de olhar pra trás e agradecer o fim do ano com saúde e trabalho. A família toda unida, todos saudáveis, cada um com seus problemas, mas nada de grave com ninguém. Alguns sustos durante o ano serviram de alerta e apesar disso, pouca coisa mudou.Então, tá na hora de tentar mexer um pouco na rotina e mudar o ritmo.

Este texto abaixo, é muito legal. Foi enviado pelo meu irmão, Marcelo e é interessante que leiam e reflitam. Nunca é tarde.No fim tudo dá certo, mas não vamos esperar o fim. Tudo depende apenas de nós mesmos.

Feliz Ano Novo a todos.

Ass. Rodriguim

CASA DE CADA UM - texto de Walcyr Carrasco

Nesta época, gosto de tratar da vida.

Dou a roupa que não uso mais.

Livros que não pretendo reler. Envio caixas para bibliotecas.

Ou abandono um volume em um shopping ou café, com uma mensagem: "Leia e passe para frente!".


Tento avaliar meus atos através de uma perspectiva maior.
Penso na história dos Três Porquinhos. Cada um construiu sua casa. Duas, o Lobo derrubou facilmente.

Mas a terceira resistiu porque era sólida. Em minha opinião, contos infantis possuem grande sabedoria, além da história propriamente dita.

Gosto desse especialmente.
Imagino que a vida de cada um seja semelhante a uma casa. Frágil ou sólida, depende de como é construída.

Muita gente se aproxima de mim e diz: Eu tenho um sonho, quero torná-lo realidade! Estremeço.
Freqüentemente, o sonho é bonito, tanto como uma casa bem pintada. Mas sem alicerces.

As paredes racham, a casa cai repentinamente, e a pessoa fica só com entulho. Lamenta-se.
Na minha área profissional, isso é muito comum.

Diariamente sou procurado por alguém que sonha em ser ator ou atriz sem nunca ter estudado ou feito teatro.

Como é possível jogar todas as fichas em uma profissão que nem se conhece?
Há quem largue tudo por uma paixão. Um amigo abandonou mulher e filho recém-nascido.

A nova paixão durou até a noite na qual, no apartamento do 10º andar, a moça afirmou que podia voar.

Deixa de brincadeira , ele respondeu.
Eu sei voar, sim! rebateu ela.
Abriu os braços, pronta para saltar da janela. Ele a segurou. Gritou por socorro. Quase despencaram.

Foi viver sozinho com um gato, lembrando-se dos bons tempos da vida doméstica, do filho, da harmonia perdida!
Algumas pessoas se preocupam só com os alicerces. Dedicam-se à vida material.

Quando venta, não têm paredes para se proteger. Outras não colocam portas. Qualquer um entra na vida delas. Tenho um amigo que não sabe dizer não (a palavra não é tão mágica quanto uma porta blindada). Empresta seu dinheiro e nunca recebe. Namora mulheres problemáticas. Vive cercado de pessoas que sugam suas energias como autênticos vampiros emocionais. Outro dia lhe perguntei: Por que deixa tanta gente ruim se aproximar de você?Garante que no próximo ano será diferente. Nada mudará enquanto não consertar a casa de sua vida.
São comuns as pessoas que não pensam no telhado. Vivem como se os dias de tempestade jamais chegassem.

Quando chove, a casa delas se alaga.
Ao contrário das que só cuidam dos alicerces, não se preocupam com o dia de amanhã.

Certa vez uma amiga conseguiu vender um terreno valioso recebido em herança.

Comentei:
Agora você pode comprar um apartamento para morar.
Preferiu alugar uma mansão. Mobiliou. Durante meses morou como uma rainha.

Quase um ano depois, já não tinha dinheiro para botar um bife na mesa!

Aproveito as festas de fim de ano para examinar a casa que construí.

Alguma parede rachou porque tomei uma atitude contra meus princípios?
Deixei alguma telha quebrada?
Há um assunto pendente me incomodando como uma goteira?
Minha porta tem uma chave para ser bem fechada quando preciso, mas também para ser aberta quando vierem as pessoas que amo?

É um bom momento para decidir o que consertar. Para mudar alguma coisa e tornar a casa mais agradável.

Sou envolvido por um sentimento muito especial.
Ao longo dos anos, cada pessoa constrói sua casa.
O bom é que sempre se pode reformar, arrumar, decorar!
E na eterna oportunidade de recomeçar reside a grande beleza de ser o arquiteto da própria vida.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Natal Encantado -Arte Miúda

Mais um fim de ano foi brindado com a apresentação de Natal da escola de música, Arte Miúda.
Sempre digo que a arte apresentada pela turminha liderada pela Diretora Soraya é sempre graúda e surpreende a cada ano, encantando até mesmo quem não pôde assitir, como eu, por motivo de viagem.
Este ano, a chuva não espantou os expectadores turistas e diamantinenses, que receberam de surpresa uma apresentação dígna de ser transmitida em horário nobre. E se uma imagem, vale mais que mil palavras, seguem algumas fotos, pra quem não pôde captá-las na memória, neste dia tão especial, em que a apresentação contou também com a descida de tirolesa da Torre da Igreja de São Francisco, da Livinha, de 7 anos, contando com a segurança e profissionalismo do Marcone, do Quintal Radical.
* Clique nas fotos, para aumentar.




.

Natal sem nascimento!

Chega mais um fim de ano de promessas de mudanças pro ano seguinte. É sempre assim, assim como a baboseira de um Feliz Natal, mas todo voltado pras festas e presentes. Sempre digo, que o tal Papai Noel já tomou o lugar de CRisto há tempos. Este texto, escrito pelo colega pediatra Dioclésio, cai muito bem nesta época. Reflitam...

"A sociedade humana cometeu arriscado desvio de rota ao abandonar a cultura simbolizada no presépio. Não teve sensibilidade para entrever a dimensão social projetada por cenário tão grandioso, a despeito de materialmente simples; quase divino, porque animado pela energia universal contida no nascimento de uma criança. Não soube captar a preciosidade incrustada no sublime valor do parto, nem cultuar a devoção do aconchego afetuoso que deve dignificar o acolhimento de uma nova criatura. Movida pela mente capitalista predatória, tem sido incapaz de entender a criança como figura central da convivialidade respeitosa e estruturante. Confunde vida com negócio, alegria com consumo, felicidade com lucro. Distanciou-se do rastro luminoso da famosa estrela-guia, a bela sinalização cósmica que apontou a grandeza do pequenino; a singularidade da meninice; a originalidade da infância; o vulto radioso do que há de mais sagrado entre as dádivas perpetuadoras da espécie, embora vítima do metabolismo do desprezo.

O visual comovente que emana do presépio não é o da pobreza material, mas o da riqueza emocional a inebriar qualquer recinto do mundo encantado pelo excelso fenômeno do nascer. É o brilho radiante do compartilhamento entre as missões maternas e paternas que prevalecem como pano de fundo no território da ternura. Naquele momento único, a cercania de um recanto povoado por exuberâncias naturais e ocupado por seres vivos os mais diversos sintoniza a composição poética da paz ambiental, paisagem em que floresce a vivacidade do ser humano recém-chegado ao planeta. Dos figurantes mais carentes aos mais poderosos, todos se curvam aos pendores celestiais integrantes do corpo e da alma de pequeno organismo, cujo coração pulsa nobres anseios na manjedoura da humanidade. Até mesmo as majestades de então, os reis magos, deslocaram-se de terras longínquas para demonstrar, com a discrição da humildade, a submissão à limpidez de uma vida nascente. Não apenas porque o bebê se chamava Jesus, mas por se tratar de um recém-nascido que, assim como aquele e todos os outros, representa a natureza humana mais pura — a de alguém ainda bem próximo à fonte infinita da existência.

Estimulado pela enchente amorosa que inundou o presépio, irradiando-se pelos laços de uma família ciente de sua predestinação humana — por isso sagrada —, o menino desenvolveu as virtudes potenciais trazidas da vida intrauterina. Expandiu a cognição. Foi original e criativo. Já adolescente, surpreendia os sacerdotes do templo com respostas sábias e revolucionárias. Exerceu, enquanto adulto, deslumbrante liderança à frente da sociedade. A fé que empenhou na luta não violenta para transformar o mundo custou-lhe a morte na cruz.

O legado fecundo daquele histórico presépio traduziu-se em valores éticos, morais e religiosos que resistiram até os dias de hoje. Nada disso teria ocorrido se não houvesse sido dado ao filho de José e Maria o direito à infância saudável e bem protegida, mágica na concepção, lúdica no contexto de estímulos afetivos favoráveis, a garantia que cabe estender a todas as crianças, sem qualquer distinção.

As evidências contextuais que demonstram o estímulo caloroso do afeto na formação de um menino chamado Jesus, converteram-se, ao longo dos séculos, em conhecimentos dotados da mais sólida base científica. Porém, mesmo diante de toda a comprovação do caráter prioritário que os cuidados com a infância exigem, a sociedade renega essa faixa etária, reduzindo-a ao mais absoluto descaso, quando não a medonha insignificância. Prova-o a mudança radical no significado da data comemorativa do parto que deu à luz o menino Jesus. Não se festeja mais, na intimidade do lar, o acolhimento do pequenino bebê com a ternura singular do presépio. Investe-se na fantasia de um velho bondoso que traveste profissional contratado para fazer encenação nos shoppings, distribuir sorrisos ensaiados, posar para fotos e compelir ao consumo frenético de presentes, objetivo único a unir governos e empresários em torno de metas econômicas a serem alcançadas. O presépio deixou de existir. O afeto familiar autêntico que sua cultura projetava não depende de bens materiais. É contexto que contraria expectativas comerciais anualmente planejadas. Desaparece. A criança é o mero alvo do consumismo natalino despertado pelo marketing da modernidade. O símbolo do Natal é a árvore repleta de presentes. Não o estábulo do amor para receber o menino no ambiente sagrado do lar. Natal é business. Nada mais."


texto: Dioclésio Campos Júnior - Pediatra - ex-presidente da SBP.

Boa hora para comprar um carro?

Com a história de IPI, virada de ano, crises e estoques sobrando nos pátios das fábricas e concessionárias, começam a expeculações e promoções de fim de ano, pra estimular a compra do carro novo. Este texto abaixo, do site web-motors, dá boas dicasm, pra quem quer decidir a compra do carro novo.
Cuidado com as pegadinhas e fique atento ao ano-modelo
(12-12-11) – Com a perspectiva de ficar mais caro, os carros importados estão sendo muito procurados nas concessionárias. O aumento de 30 pontos percentuais no IPI vai valer a partir do próximo dia 15, mas será aplicado apenas às novas remessas que vêm no exterior. Os estoques que estão no Brasil não serão taxados e segundo alguns importadores haverá carro sem o novo IPI pelo menos até meados de janeiro.

Mas o marketing de algumas importadoras, anunciando “breve aumento” está levando o consumidor às compras. Afinal, o preço pode demorar pra subir, mas baixar ele não vai certo? E em alguns casos, já está mais caro, como o Hyundai Veloster, que quase não existe nas concessionárias e a versão topo de linha, quando encontrada, é vendida por R$ 7 mil acima da tabela. Um concessionário até se recusou a aceitar pedido para entrar na fila de espera. Disse que “o próximo navio está praticamente comprometido”.

No segmento dos carros fabricados no Brasil as concessionárias têm quase tudo à disposição. As exceções são o Civic e algumas versões topo de linha, como o Palio novo e o Fit automático. O resto o consumidor encontra com certa facilidade.

Já em relação aos importados, falta muito carro no mercado e as concessionárias não estão dando o desconto que davam há alguns meses. Modelos da Land Rover como Discovery, Freelander e Evoque estão em falta, assim como o Tiguan, da Volks; Picanto, da Kia e o Cinquecento, da Fiat. Faltam também versões topo de linha do Sportage, i30, Hilux a diesel.

Mas se a opção for por um carro disponível no mercado, comprar em dezembro pode ser uma boa opção: é o mês das ofertas e das oportunidades.

Aproveitando o desejo do consumidor de virar o ano de carro novo e da disponibilidade de uma verba extra com o 13º salário, a indústria incrementa as vendas, oferece bônus às concessionárias, dá prêmios por cumprimento de metas aos vendedores, o que acaba criando boas oportunidades de compra.

As montadoras procuram fechar o ano em alta para ampliar a sua participação no mercado e assim melhor se posicionar no ranking de vendas. Mas é preciso ter cuidado para não cair em armadilhas. Algumas concessionárias oferecem IPVA grátis, mas se referem ao imposto de 2011, cuja cobrança é parcial. O IPVA de um Gol comprado em dezembro, por exemplo, é de apenas R$ 83,33, ou 1/12 do valor total do imposto.

Além disso, ao comprar um modelo 2011/2012 você leva vantagem em pagar o IPVA mais barato, pois o imposto é calculado pelo ano de fabricação e não pelo ano modelo.

Outro detalhe que o consumidor deve prestar atenção é o ano/modelo do carro. A maioria das fábricas já lançou o modelo 2012, mas pode ter algum 2011 no estoque. Se lhe oferecerem o 2011-2011 peça um bom desconto, porque esse carro vai perder valor mais rapidamente e você vai perder dinheiro na hora da revenda. Só vale a pena comprar um 2011- 2011 se o desconto for de pelo menos 15%, que é a depreciação média do carro brasileiro após um ano de uso, conforme estudo AutoInforme/Molicar ( veja aqui quanto deprecia o carro que você vai comprar).

Então não vale a pena esperar janeiro para comprar o 2012-2012? Não. O que importa no mercado é o ano-modelo e não o ano de fabricação. Assim, um carro 2011-2012 vai valer no mercado de usados, daqui três ou quatro ano, exatamente o mesmo que o 2012-2012.

Com o aumento da procura o preço não sobe em dezembro?

Nem sempre, e quando sobe é pouco. Com exceção de algumas marcas de importados que estão antecipando o aumento do IPI, a maioria dos carros mantém os preços no final do ano. Veja nos gráficos o comportamento do mercado nos anos anteriores. O preço do carro zero tem subido bem abaixo da inflação nos últimos anos.

Neste ano, até novembro, teve uma alta de apenas 0,31%, contra 6,6% da inflação. A grande concorrência indica que os preços – no máximo - permanecerão estáveis este mês.

Texto: Joel Leite Fonte: www.webmotors.com.br

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Absurdos comuns, nos dias de hoje.

Uma corrida pelos diamantes na Serra da Canastra

Projeto da maior mina do mundo não tem estudo de impacto ambiental

Cleide Carvalho, enviada especial

Publicado: 27/11/11 - 11h43

DELFINÓPOLIS (MG) — A área do Parque Nacional da Serra da Canastra, em Minas Gerais, que pode se tornar a maior mina de diamante do mundo, não tem ainda, divulgados à comunidade, estudos de impacto ambiental. Como O GLOBO noticiou na última quarta-feira, o parque deverá ter sua área reduzida de 200 mil para 120 mil hectares. O restante da área será usado em atividades econômicas e até mineração.


Apesar das propostas, não há qualquer garantia de benefício para o município de Delfinópolis, a pequena cidade turística cuja principal atração são as dezenas de cachoeiras e cursos d'água que brotam em suas terras. A cerca de dois quilômetros da futura área de exploração, há a nascente do Ribeirão do Claro, que abastece a cidade e dá origem a várias cachoeiras e quedas d'águas ao longo do percurso.

A extração de diamante para exportação é um grande negócio para a mineradora. Ao contrário do petróleo, ela não gera royalties expressivos. A taxa cobrada pela exploração é a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), de apenas 0,2% sobre o faturamento líquido com a venda da pedra preciosa. São pagos ainda outros 12,7% de Imposto de Renda (IR) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido ( CSLL), percentual inferior ao Imposto de Renda cobrado dos assalariados de renda mais alta, cuja alíquota de contribuição do IR é de 27,5%.

Antes de calcular o valor da CFEM, as empresas podem deduzir custos como despesas de transporte. Não é raro que muitas abatam uso de pás-carregadeiras e caminhões fora de estrada, além do transporte entre suas unidades de pré-processamento.

Cerca de 80% do mercado mundial de diamantes pertencem à empresa De Beers, o que torna a exportação a opção mais lógica. Além disso, se fosse vendido no mercado interno, os impostos seriam mais altos. À CFEM e à alíquota de 12,7% de IR e CSLL, seria acrescido o ICMS — 18% quando a venda é feita no próprio estado e 12% quando a venda é intererestadual.

Diamante no Brasil é riqueza pouco taxada

Para se ter uma base de comparação, o ouro, que vale menos do que o diamante, paga 1% de compensação financeira (CFEM). Na Austrália, o diamante é taxado em 7,5% na mina. Na China, em 4% do valor de venda. Na Indonésia, em 6,5% do valor de venda. Não se tem notícia de que custos operacionais na exploração da mina possam ser deduzidos durante o processo.

Um estudo feito pela Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados em 2007 expôs a situação não apenas do diamante, mas de todo o setor de mineração, que paga no máximo uma taxa de compensação financeira de 3%, caso do minério de alumínio e do potássio, por exemplo. "O Brasil arrecada valores irrisórios de compensação financeira pela exploração de recursos minerais. Atualmente, o valor arrecadado no setor mineral é inferior à trigésima parte do que decorre da exploração do petróleo", diz o estudo.

A riqueza dos minérios está no solo e pertence à União. Para extraí-la, é inevitável algum tipo de estrago. No caso da Canastra 8, em Delfinópolis, não foi feito ainda o estudo sobre o tamanho da cava a ser aberta, mas pesquisas indicam que a área onde está presente o kimberlito, rocha que contém os diamantes, é equivalente a 28 campos de futebol. Na área da Canastra 1, onde já foram feitos estudos, sabe-se que o formato da cava é o de cenoura. Ou seja, a retirada do diamante não abre uma cicatriz gigantesca na terra.

— A exportação de minérios é tratada como a de qualquer outro produto e não paga nenhum tipo de imposto de exportação. O valor que a mineradora paga é muito pouco. O Brasil precisa ser inteligente e fazer uma regulamentação — diz Hecliton Santini, presidente do Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos.

Discussão para elevar tributação para 0,5%

Segundo Santini, no caso do diamante, há uma discussão em curso para aumentar a CFEM de 0,2% para 0,5%. Para o ouro, a taxa poderia subir até 3% e, no caso de outros minérios, chegaria a até 5%.

O prefeito de Delfinópolis, José Martins, trabalha com outro percentual. Segundo ele, o município ficará com 65% de uma alíquota de 3% da receita bruta com a exploração de diamante. A avaliação dele é que, se existe minério, o melhor é explorar e aumentar a receita da prefeitura.

— A partir do momento em que existe minério, que existe petróleo, que existe receita para o município é melhor para a população. Hoje ficamos submissos ao estado e ao governo federal, ficamos de pires na mão pedindo migalhas para o município, que tem obrigação de cuidar da saúde, da educação, de estrada, assistência social e até de segurança pública — afirmou.

Martins afirma que não viu estudo do impacto ambiental a ser causado pela exploração do diamante no município. Informalmente, acrescenta, os envolvidos na aprovação do projeto de redução do parque, com exclusão de duas áreas para mineração de diamante, dizem que não será necessário abrir uma grande cava, apenas um pequeno buraco na superfície. Segundo ele, a exploração poderia ser feita por baixo, abrindo um buraco subterrâneo que, depois de encerrada a mineração, seria ocupado naturalmente por água.

André Picardi, responsável pela mobilização do apoio dos prefeitos da região e de moradores à redução da área do parque, afirma que não é possível saber ainda como será.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Viva a natureza.

Um Ipê Amarelo foi cortado e seu tronco foi transformado em um poste de luz.

Após o poste ser fincado na rua, foram instalados os fios da rede elétrica.

Eis que a árvore se rebela contra a maldade humana e resolve não morrer.


Mas a reação foi pacífica, bela e cheia de amor.

Rebrotou e encheu-se de flores.

Assim é a natureza...vencedora !

Fato ocorrido em:

Porto Velho - Rondônia - Brasil

cid:image001.jpg@01CA476E.1E3588C0

"O que é impossível aos homens é possível a Deus" (Lucas 18:27)

enviado pelo amigo PC Ávila. Aquele da bandit.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Lei que proíbe garupa nas motos

Aí está mais uma idéia absurda e imbecil dos nossos políticos.
Aprovaram em São Paulo, a proibição de garupas nas motos, por causa de assaltos.
É mais ou menos como a campanha do desarmamento. Ninguém mais matou, assaltou a mão armada e todos os bandidos entregaram as suas armas, inclusive o papai noel e o saci pererê. Tá tudo na maior paz.
Bala perdida ? Só se vc não sabe onde deixou o tubo de halls.
É sempre mais fácil punir um número enorme de inocentes e trabalhadores, do que o estado cumprir a sua parte, que é fiscalizar e oferecer segurança.
Eu até acho que deviam permitir somente uma pessoa em cada carro, pois assim evitaria assaltos e sequestros. Todo carro com mais de uma pessoa dentro, será parado pela polícia. Evitará as quadrilhas, pensem bem.
Assim como deviam proibir de todo mundo andar acompanhado na rua. Toda dupla ou trio pode ser de assaltante, então só é permitido andar sozinho. Seria muito útil, principalmente nos corredores das câmaras, congressos e senados,
pois são onde a maior concentração de cabeças de bagres juntas, criam as leis de merda como esta.
Vai entender ...ass. Rodriguim

Lei que proíbe garupa nas motos aprovada na Assembleia de SP
Daniel Ribeiro em 23/11/2011 10:59

Mais uma contra os Motociclistas: O já conhecido inimigo dos motociclistas, deputado Jooji Hato, do PMDB *(esse imbecil da foto abaixo), que propôs o projeto de lei número 485, teve sua proposição aprovada na Assembleia legislativa do estado de São Paulo.

Jooji Hato

Jooji Hato


Agora, para virar lei, basta que o Governador Geraldo Alckmin, do PSDB, sancione a lei.

A lei, entre outras coisas, prevê que nas cidades no estado com população superior a 1 milhão de habitantes, seja proibido que as Motos levem passageiros nos dias úteis. Além disso, a lei também obriga aos motociclistas usarem um colete com as letras e números da placa da Moto, em cores fluorescentes, e os mesmo dizeres em adesivos colados ao Capacete.

Se você está revoltado com isso, saiba que não está sozinho. É difícil acreditar que um projeto tão absurdo tenha chegado tão longe.

Jooji Hato, que diz ser Motociclista, certamente não conhece a realidade dos grandes centros urbanos. Ele acha que as Motocicletas só tem 2 usos: Ou por motoboys, que sempre andam sozinhos, ou por motociclistas de fim de semana, que não raramente estão com garupa. Se esquece do fato que a moto é um veículo de 2 lugares, e que portanto, pode ser usado com duas pessoas em qualquer dia da semana.

Muita gente vai e volta do trabalho de moto, e dá carona a algum amigo ou parente. Muita gente sai para passear durante a semana, e vai com a esposa, namorada, filhos, amigos… enfim, é absurdo pensar que eu não vou mais poder sair durante a semana com minha esposa na garupa da moto.

E com relação a placa da moto no capacete? Eu tenho 3 motos em casa, como eu faço? Vou ter que ter 3 capacetes também? E minha mulher também vai ter que ter 3 capacetes? 6 capacetes para um casal… Que ótimo.

Isso é simplesmente INACEITÁVEL. Espero que o Governador Geraldo Alckmin tenha o bom senso de descartar esse projeto de lei absurdo. Do contrário, eu mesmo vou organizar um protesto em frente a sede do governo estadual no mesmo dia em que a lei for sancionada. E eu conto com a ajuda dos 220 mil leitores que passam por aqui todos os meses para isso.

Matéria do motoblog

*minha responsa, chamar esse jumento de imbecil

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

DIA ESPECIAL PARA CUIDADOS DA SAÚDE DA MULHER



Atenção mulheres de Diamantina!

A Secretaria Municipal de Saúde em parceria com a UFVJM promoverá no próximo sábado, dia 19 de novembro, um dia especial para cuidados da saúde da mulher no Sesec JK (Largo D. João), à partir das 08:30hs.


Na ocasião, será realizado coleta de papanicolau, mamografia, testes de glicemia, aferição de pressão
avaliação do estado nutricional. Durante todo evento haverá sorteios de vários brindes oferecidos pela
Farmácia Intervalle.


Todas as mulheres (adolescentes, jovens, gestantes e terceira idade) estão convidadas a participar.

domingo, 6 de novembro de 2011

E os velórios, Diamantina??

Mais uma vez, vivemos os últimos dias de luto,com óbito de pessoas queridas de nossa cidade.

Desta vez foi o ex-prefeito e empresário, Sr. Iraval Pires, que por muitos anos representou e distribuiu a saudosa “Antártica de Pirapora”. A famosa distribuidora “Pingon”, onde era tradição buscarmos os refrigerantes e cervejas pros aniversários. Lá, funcionários e vários parentes do Sr Iraval , entre filhos, cunhados, sobrinhos e outros, tiveram seus primeiros empregos e ensinamentos, que os levaram a carreiras de sucesso nos seus empreendimentos, após passarem pela Pingon. Eram os tempos em que a gente podia sair deixando a porta da garagem aberta com as bicicletas e nenhum larápio as levava. As notas ruins e maus comportamentos nas escolas eram punidos com rigor e praticamente todos os jovens passavam pelo Grupo Escoteiro, na época chamado Major Agenor, de onde trazemos pra sempre o espírito de cidadania e comportamento, além de inúmeros aprendizados que nos regem até hoje.

Mas em relação aos óbitos, quero indagar sobre a falta de velórios em nossa cidade.

Quem seria o responsável por tal resposta?

Há pouco tempo, na praça Dr Prado, o prédio da antiga Auto Comercial foi todo reformado, para o funcionamento de um velório, que nem chegou a ser aberto, por motivos que a gente bem sabe.

A Santa Casa ainda conta com um espaço, que já não é maios adequado, inclusive pelo barulho que causa durante os velórios, aos pacientes lá internados.

Algumas pessoas de irmandades têm seus velórios em Igrejas e outros partem pra antiga moda de velar me casa mesmo.

A falta de espaço adequado e conforto, pros parentes e amigos nesses momentos, me faz perguntar: por que Diamantina não tem velório ?

Não parece falta de algum empresário investir no setor, já que o velório da praça Dr Prado foi enterrado, antes de abrir as portas.

Vai entender...