quinta-feira, 28 de abril de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
1º Festival de Culinária Típica -

Aí está uma bela inciativa. Afinal, o incremento no turismo tem tido ótimos resultados.
Prezados,
A Associação de Moradores da Comunidade de Cuiabá, através do Grupo Gestor Comunitário, no município de Gouveia – MG, Circuito Turístico dos Diamantes vêm, respeitosamente, através deste, convidar V.Sa. a participar do Evento de Lançamento do Destino Turismo de Vilarejo em Cuiabá e Comunidades do Entorno, organizado e executado pela Konsultarh, como fechamento do Projeto de Apoio a Iniciativas de Base Comunitária, desenvolvido por esta associação em parceria com o Ministério do Turismo, Prefeitura Municipal de Gouveia e Esfera Consultoria.
Na oportunidade, será feita apresentação dos resultados do projeto e o lançamento oficial do destino, compreendendo visitação aos atrativos com a coordenação da ARM Viagens e Receptivo, de Diamantina, distribuição do material promocional, site do destino, sinalização turística e das pousadas domiciliares, além da realização do I Festival de Culinária Típica de Cuiabá-MG com show regional, rodas de viola e toda a nossa natureza e tradição.
Há cerca de três anos, nós, moradores da comunidade, juntamente com os nossos parceiros, participamos ativamente de todo processo de preparação do vilarejo para a atividade turística.
Esse processo envolveu diversas atividades de pesquisa e levantamento de atrativos, sensibilização e mobilização comunitária, qualificação, desenvolvimento de roteiros e produtos para chegarmos ao momento de promoção de um destino preparado para o Turismo de Vilarejo e para que pudéssemos receber você neste, que para nós, será um momento inesquecível.
Pedimos a todos que nos ajudem na divulgação do nosso evento reenviando este para os seus amigos.
Em anexo, segue a programação completa do evento.
Cordialmente,
Geraldo Arcanjo de Oliveira - Presidente da AMCC
Grupo Gestor Comunitário
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Feliz Páscoa a todos!
Realmente está phodda!! Assim mesmo, com ph e 2 ds.
Mas é sério. Há tempos, não sobra tempo pra escrever no blog.
Às vezes,, eu mesmo acho absurdo, mas quando vejo o meu dia e as horas em que saio pra trabalhar e que chego de volta em casa, é mesmo phodda.
E cada dia está mais difícil. Acho que se o dia tivesse 70 horas, eu e, muitas pessoas trabalhariam 60 e daria na mesma.
Tava vendo agora, as 03;55 da madruga, a data da minha última postagem.
Idéias mil surgiram desde o último dia em que postei.
O Japão espalha radiação pelo mundo, um maluco matou estudantes numa escola...
por falar nisso, já chega!!!!!!
A mídia ta dando valor demais a este caso. Inúmeras reportagens durante semanas. Todo dia um sensacionalismo enorme e a maior importância a este fato. Quem fez isso alcançou o objetivo e toda essa blablação pode incentivar novos malucos.
E não esqueçamos, que pode ser que essas 12 mortes pareçam muito, mas em uma semana, muito mais crianças morrem sem atendimento médico, sem comida, e jogadas no lixo, em rios, enterradas vivas ou por doenças totalmente preveníveis. O crack ta aí a todo vapor...
Então me desculpem, pessoal.
Vc clicaram aqui sem novidades, mas prometo que vou manter o blog com minhas idéias e muitas dicas.
Comprei bota nova pra caminhada e encontrei coisas interessantes em sites de lojas de aventura, que vou dividir aqui com vocês.
Mas agora, 04:09, vou postar e dormir, porque as 7hs tenhon que estar no hospital.
Grande abraço e Feliz Páscoa a todos vocês e familiares.
Ass. Rodriguim.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Seu pendrive tem blutufe?
terça-feira, 22 de março de 2011
O mito da alta complexidade
O conceito moderno de complexidade pede revisão. Tornou-se atributo exclusivo da tecnologia. Tudo o mais é secundário. A máquina faz parte da anatomia humana. Regula comportamentos, universaliza linguagens. Os indivíduos são súditos embevecidos de uma majestade mecanizada. Veneram equipamentos de última geração em detrimento dos seres humanos das novas gerações.A expressão complexidade vem do latim, complexus. Significava aperto, ação de abraçar. Tinha o sentido figurado de amor, vínculo afetivo. Com o tempo, perdeu conteúdo humano para a inebriante novidade da maquinaria. As consequências de tamanha inversão axiológica ferem a sensatez. Intrincadas profundezas da mente, minuciosos mecanismos que vivificam estruturas viscerais, contingências da homeostasia regulatória, mistérios da expressão fenotípica do genoma, energia das ondas emocionais — sistemas humanos em aprimoramento há milhões de anos — foram apequenados. Não preenchem os critérios atuais dos fenômenos complexos. Toda criatura os possui, logo são tidos como coisas simples, desimportantes. Só as máquinas esbanjam complexidade.Áreas como educação e saúde amargam os efeitos dessa mutilação conceitual. Ensino e aprendizagem são ações interativas, empáticas por excelência. Mobilizam a riqueza do universo afetivo-emocional fundado em convergências cognitivas singulares oriundas do contexto civilizatório que lhes dá origem. Não há procedimentos mais complexos. No entanto, são vistos como atos corriqueiros. A carreira do magistério esboroa-se. A educação perde substância. Os mestres, pessoas formadas na complexidade imanente à pedagogia, integram o proletariado dos novos tempos. Os procedimentos educacionais de ponta carecem de complexidade tecnológica. Valem pouco. A prioridade é a inclusão digital. Formar cidadãos é banalidade.
No campo da medicina, o impacto negativo é ainda maior. Médicos diferenciados no atendimento essencialmente clínico, baseado no exercício profissional livre do império mercadológico da tecnologia, são desrespeitados tanto pelo SUS quanto pelos planos de saúde. Pagam para trabalhar, tão insignificante é o que recebem. Os que se utilizam de procedimentos de alta complexidade tecnológica são tratados como deuses. Beneficiam-se da flagrante distorção conceitual que privilegia a indústria de equipamentos médico-hospitalares.
Exemplo é o parto normal, síntese da alta complexidade fenomenológica da qual resulta o nascimento do novo ser. Nenhuma máquina se lhe compara na amplitude, nem na sutileza de funcionamento dos sistemas orgânicos envolvidos. Infelizmente, cresce a prevalência da cesariana. Como qualquer outra intervenção cirúrgica, aparenta alta complexidade que, a rigor, não possui. A assistência ao parto normal, tida como elementar, é procedimento muito mais delicado que o cirúrgico. Requer amplo conhecimento científico, sensibilidade relacional, habilidade clínica e sabedoria paciente. A cesariana, não. Basta anestesiar a parturiente, fazer incisões, retirar a criança e costurar os tecidos lanhados. Nem precisa conversar com a mulher. Muito menos entendê-la. É procedimento simples, embora visto de forma diferente.
Outro conjunto fenomenológico extremamente complexo assegura crescimento e desenvolvimento à criança e ao adolescente. Promovê-lo na lógica das incessantes mudanças que supõe é tarefa eivada de implicações genéticas, anatômicas, fisiológicas, bioquímicas, nutricionais, psicológicas e educativas, entre outras. Não é ato banal. Ao contrário, muito complexo. Todavia, o pediatra, especialista no dignificante cuidado com o ser humano nesse ciclo de vida, é desmerecido na esmerada missão que exerce. Sua prática contraria a única classificação de complexidade em vigor, a tecnológica. Não usa equipamentos sofisticados, de resto ineficazes para o alcance de sua nobre atuação. Trabalha com os mais apurados indicadores clínicos para assistir as originalidades da existência em formação, procedimentos de elevada complexidade pela própria natureza. Porém, seu mérito profissional não é reconhecido. Sobrevive, a duras penas, engrossando fileiras do proletariado, ao lado dos professores.
Revitalizar a medicina e a educação só será possível se o mito da complexidade tecnológica, carente de sensibilidade, for revisto em favor da valorização da complexidade clínica e do requinte pedagógico, condenados ao desprezo. Senão a indústria estará cada vez mais rica, os cuidadores do ser humano, cada vez mais pobres, e a população sempre mal assistida.
autor: Dioclécio Campos Júnior
domingo, 20 de março de 2011
Já chega !!
terça-feira, 15 de março de 2011
Presente aos Cinéfilos.
Excelente fonte de pesquisas.
Sabe aquele filme de que você gostou muito, mas cujo título você não lembra, nem dos nomes dos atores e das atrizes? Seus problemas acabaram!
Um trabalho de alta qualidade!
Clique no endereço abaixo e comprove:
www.65anosdecinema.pro.br/
sexta-feira, 11 de março de 2011
Crítica sobre o CARNAVAL
quinta-feira, 3 de março de 2011
Chegou mais um carnaval.
Ou seria bacanal ???
Hora de alegria e diversão nada saudáveis.
Hora de bebedeira até cair no chão, drogas na cabeça, brigas e mais brigas, assaltos, estupros e arrombamentos das casas vazias.
Hora da pouca vergonha. Hora em que médicos, dentistas, advogados, juízes, empresários, balconistas, vagabundos e muita gente perde a vergonha e solta o desejo reprimido. Enfiam as sungas e biquinis no rabo e saem as ruas em plena tarde as vistas de crianças e adolescentes, que de inocência já também, não tem mais nada.
O desgoverno ainda joga propagandas pouco educativas na TV com textos como: com camisinha pode. Claro, também pode agarrar as mulheres a força, afinal aqui é o carnaval do beijo, da trepação desenfreada. Em dezembro receberemos a safra gerada neste carnaval. A maternidade lota. Há até uma conhecida aqui da cidade que a única vez em que viu o pai do seu filho foi numa trepada em uma noite de carnaval.
Mas tudo bem, nada também de novidades, afinal as duas bandas principais tocam as mesmas músicas no mesmo estilo há trocentos anos. Desafinados, desarranjados, descompassados, mas o que importa? O povo que apenas beber, pular e trepar, tudo bastante.
E apesar da enorme grana que dizem rolar neste período, vejo todos na mesma merda de sempre...
Deve ser porque levam a vida toda em ritmo de carnaval.
Vai entender ...
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Abram os olhos, o piloto sumiu !
Tenho reparado como o mundo anda revolto, mesmo.
Não só a natureza fudendo tudo e todos sem distinção de classe ou religião, vai soterrando, inundando e
destruindo o que acha de direito e retomando o espaço que lhe foi invadido.
E 2011 não começou diferente, mas com o pessoal se revoltando e finalmente tomando atitudes contra ditadores que estão no poder há décadas e até a séculos, se considerarmos certas famílias e lugares.
O exemplo do Egito se espalha e a coragem e indignação invadem as mentes e corações dos povos, que querem um basta. Afinal estamos em 2011, apenas na era Cristã. Que dirá desses povos que já contam os anos de cinco mil ou mais ??? ...
Por outro lado, certas coisas nunca mudam, como a corrupção dos que estão no poder, mesmo que sejam meros e ridículos vereadores ou prefeitos. Subornos de agentes de trânsito, milícias nas favelas e toda a droga e armas voltando pras mãos dos bandidos, sabemos bem por qual via.
Crimes bárbaros, pedofilia, acidentes de trânsito com motoristas embriagados destruindo famílias e um simples trocado deixa todo como está: o criminoso solto, a família desamparada e o defunto enterrado pra sempre, claro.
Será que existe mesmo o inferno pra absorver essa cambada?
Ou o céu dará lugar a todos e veremos o perdão divino sem distinção?
Neste caso, acho melhor usarmos o livre arbítrio e agir de forma natural, como fazem os animais. O veadinho acorda e sabe que tem que correr pra não ser comido. E o leão acorda e sabe que tem que correr pra não passar fome...
Ta na hora de tomarmos conta e cuidar do que é nosso, mesmo que seja a unhas, dentes, facas, revólveres e escopetas, afinal a vida é uma só.
Abram os olhos, o piloto sumiu !!!!
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Oxi, a droga da morte.
Polícia tenta barrar entrada do produto, feito com querosene e cal, no Estado.
Problema social. Número de usuários de crack cresce a cada dia; a oxi é a nova ameaça.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Teste do pezinho completa 10 anos.
Mas não passa da 1ª fase em nove estados.
Uma conquista inestimável para a infância brasileira, o Programa Nacional de Triagem Neonatal, que prevê o diagnóstico e tratamento de quatro doenças genéticas graves logo após o nascimento, completa 10 anos em 2011. Uma década depois da iniciativa do Ministério da Saúde, entretanto, a implantação efetiva dos exames, chamados popularmente de teste do pezinho, ainda se mostra desigual e lenta pelo país. Um terço das unidades da Federação, incluindo o Distrito Federal, não passou da fase I do programa. Isso significa que, nesses locais, meninos e meninas nascidos na rede pública têm acesso apenas ao diagnóstico de duas das quatro patologias abrangidas pela política. Somente cinco estados já estão na última fase, a III (veja o quadro).
As disparidades revelam a falta de articulação das políticas estaduais e municipais, na avaliação deMaria Terezinha de Oliveira Cardoso, presidente do Departamento Científico de Genética Clínica da Sociedade Brasileira de Pediatria. “Entendemos que as realidades dos estados são diferentes, especialmente num país dessa dimensão. Mas 10 anos é um tempo suficiente para os administradores locais se prepararem. Não deveríamos ter estados muito atrasados”, lamenta a médica. Ela explica que a triagem do recém-nascido é necessária porque as doenças diagnosticadas com o teste do pezinho são graves e, muitas vezes, letais. “Quando não incapacitam, levam ao óbito até os dois anos de idade. Então, esse é um programa que repercute muito na mortalidade infantil e precisa ser aperfeiçoado”, diz.
Dos quase 3 milhões de bebês nascidos anualmente no Brasil, cerca de 82% têm acesso ao teste do pezinho para pelo menos duas doenças — fenilcetonúria e hipotireoidismo congênito, ambas ligadas à falta de produção de substâncias vitais para o corpo. Em termos proporcionais, o dado parece positivo. Mas ignora, em números absolutos, as 40 mil crianças que não são atendidas todos os anos. Em determinados estados, especialmente os do Norte do país, essa cobertura fica abaixo de 50%. É o caso do Amapá. No Distrito Federal, onde a cobertura coincide com a média nacional, o problema está na falta de informação dos pais. “Muitas mães dão à luz, ficam 24 horas no hospital, vão embora e não retornam. Falta um trabalho de conscientização no pré-natal para que ela volte entre o terceiro e o sétimo dia para fazer a coleta”, explica Maria Terezinha, que além de representante da Sociedade Brasileira de Pediatria trabalha na Secretaria de Saúde do DF.
Assistência séria
Para Altair Lira, presidente da Federação Nacional dos Portadores de Anemia Falciforme (Fenafal), tão importante quanto ter o diagnóstico é poder fazer o tratamento. “Não pedimos simplesmente a oferta do teste, precisamos de uma assistência séria. Muitas crianças de estados com baixa cobertura são diagnosticadas tardiamente, apresentando uma saúde muito debilitada, quando não morrem”, reclama Altair. Em Mato Grosso, foi preciso que os portadores das doenças e seus familiares se unissem para pressionar o governo estadual a implantar o teste do pezinho. “Tivemos de acionar a Justiça com o apoio do Ministério Público para que a rede de saúde implantasse os postos de coleta de sangue. Só dessa forma conseguimos garantir o que o programa de triagem preconiza há 10 anos”, conta Rosalino Batista de Oliveira, presidente da Associação de Pessoas com Doença Falciforme e outras Hemoglobinopatias de Mato Grosso.
Agora, a entidade planeja uma nova ação contra o governo para garantir o diagnóstico de fibrose cística — ofertado atualmente na rede pública de apenas cinco estados do país. Para Marcos Medeiros de Carvalho, a falta do exame para a doença, até hoje não contemplada no teste do pezinho realizado no DF, quase custou a vida de Larissa. Nascida num hospital particular, o médico aconselhou os pais a levarem a bebê a um posto de saúde para fazer o exame do pezinho. Os resultados estavam normais. Mas, aos dois meses, Larissa teve uma grave crise de pneumonia. “Ela ficou à beira de morrer. Ninguém descobria o problema, até que uma médica foi vê-la e nos deu o nome de uma especialista”, lembra Marcos, com os olhos marejados.
Foi quando a família soube que Larissa tinha fibrose cística, uma doença genética que afeta pulmões, pâncreas, fígado, entre outros órgãos importantes. Ao lamentar a falta do teste para as quatro doenças na rede pública, o pai da garota também destaca a ausência de informações por parte dos médicos. “Nas campanhas, só ouvimos falar do teste do pezinho na rede pública. Por que não avisam que existe o teste ampliado, na rede particular, que inclui diagnóstico de várias outras doenças? Eu morava ao lado de um laboratório. Se soubesse disso, não teria quase visto minha filha morrer e o tratamento seria iniciado mais precocemente”, diz Marcos. Apesar das críticas, ele destaca a qualidade do acompanhamento recebido por Larissa, que hoje leva uma vida normal, apesar dos remédios diários, no Hospital de Base. Elogia, ainda, a oferta dos medicamentos pelo governo, apesar de problemas pontuais de desabastecimento.
Desafios do DF
Oficialmente, para o Ministério da Saúde, o Distrito Federal não passou da fase I do Programa Nacional de Triagem Neonatal. Na prática, 82% dos 3.500 bebês que anualmente fazem o exame do pezinho na rede pública são testados para as três patologias que compõem a fase II —fenilcetonúria, hipotireodismo congênito e doença falciforme. Chefe do Núcleo de Atenção Integral à Saúde da Criança da Secretaria de Saúde do DF, Tatiana Coimbra ressalta que o reconhecimento do governo federal só virá quando o laboratório de biologia molecular, que funciona há cerca de três anos no Hospital de Apoio, na Asa Norte, fizer testes para a doença falciforme. “Por enquanto, ele funciona para outros fins, como exames de leucemia, por exemplo. Estamos programando para abril a vinda de uma equipe de Ribeirão Preto para nos treinar em relação ao uso desse laboratório na questão da doença falciforme”, explica.
Antes mesmo de o DF conseguir implantar o programa criado há 10 anos pelo Ministério da Saúde, uma lei distrital de 2008 ampliou para 21 doenças o alcance do teste do pezinho na capital federal. Para que a norma se torne realidade, porém, há entraves. O atual problema é garantir o fornecimento dos reagentes necessários para a realização dos exames. “Estamos na fase de fechar contrato de cinco anos com as empresas, a fim de não haver descontinuidade dos testes”, afirma Tatiana. Outro obstáculo está na capacitação de funcionários para lidarem com equipamentos de ponta, como o espectômetro de massa, já comprado pela Secretaria de Saúde, mas dominado por poucos profissionais. “É o primeiro no serviço público do Brasil. Alguns testes estão sendo feitos para chegarmos à forma mais adequada de usá-lo”, explica a médica. (RM)
Ampliação do teste
A ampliação do exame no DF foi sancionada em lei distrital aprovada em 2008 e tem como objetivo diagnosticar doenças que não apresentam sintomas no nascimento, embora possam levar a consequências graves. Com isso, o teste passou a abranger 21 doenças, entre outras, a fibrose cística, a hiperplasia adrenal e a toxoplasmose congênita. O teste deve ser realizado até cinco dias após o nascimento. Os diagnósticos tardios podem provocar a morte das crianças.
Assessoria de Comunicação da SBP
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
O brilho de Diamantina
Por: Viaje Mais/Tales Azzi
O brilho raro de Diamantina
Dizem que no começo do século 18, os moradores do antigo Arraial do Tijuco usavam diamantes para marcar o jogo de cartas. Talvez a história não seja só lenda, já que naquela época, o povoado, que daria origem a Diamantina, despontava como maior produtor da mais valiosa das pedras em todo mundo. Nos dois séculos seguintes, estima-se que cerca de duas toneladas de brilhantes saíram dos rios e das grupiaras de garimpo da região, riqueza tamanha que engordou os cofres de Portugal e fez surgir uma das maiores jóias do período colonial do Brasil. A própria Diamantina é uma grande pedra rara. Como se na imensidão dos morros escuros de quartzito cobertas pela vegetação de cerrado, os sobrados brancos de janelões coloridos e as torres pontiagudas das igrejas barrocas ressaltassem na paisagem feito o brilho de um diamante oculto no cascalho do Ribeirão do Guinda, onde até hoje há quem bata peneiras para tentar a sorte.
A comparação com Ouro Preto é inevitável. Todo mundo que chega faz. É fácil constatar que Ouro Preto tem museus e igrejas bem mais ricas, além de oferece melhor infra-estrutura turística, com mais variedade de pousadas e restaurantes. Mas é fácil concluir, que Diamantina é bem mais autêntica. Pelo menos, ainda não foi contaminada pelo turismo de massa, apesar da relativa fama que goza. É uma das seis cidades brasileiras que pertencem a seleta lista de Patrimônio Mundiais da Humanidade reconhecidos pela Unesco em 1999. Mesmo assim, não há ônibus de excursão estacionados, nem grandes grupos armados de câmeras fotográficas, só um ou outro casal passeando de mãos dadas observando os sobrados. Diamantina ainda não despertou do passado e segue no presente quase exclusiva de seus próprios moradores. São praticamente deles as mesas dos bares da Rua da Quitanda, a feira no antigo mercado aos sábados pela manhã e os bancos da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, cujo som ambiente vem da Ave Maria rezada em coro pelas beatas seja qual for a hora do dia.
O motivo disso é a distância, pois Diamantina está a 300 km, ou cerca de quatro horas de carro, de Belo Horizonte. Ou talvez seja a preguiça, reforçada pela proximidade de Ouro Preto, que fica quase ao lado da capital mineira. Sorte de quem vai, pois os diamantinenses não se importam em compartilhar a cidade com os visitantes, que podem caminhar com calma pelas ladeiras com calçamento em pedra-sabão e admirar os casarões dos séculos 18 e 19. Não há postes a vista no centro histórico porque toda a fiação foi transferida para debaixo do solo para não comprometer o visual. Diamantina lembra cenário de minisérie de época da Globo. E é mesmo já que lá rodaram diversas delas, a mais recente, com previsão de estréia para agosto de 2010, chamada A Cura, na qual o ator Selton Melo protagoniza um médico com poderes de curas espirituais.
Veja fotos de Diamantina
Cultura
Por: Viaje Mais/Tales Azzi
A cidade surgiu a partir de 1714 quando alguém "acidentalmente" teria encontrado uma bonita pedra transparente misturada ao cascalho de algum rio. Os diamantes eram encontrados com incrível facilidade, mesmo à flor da terra. Por quase dois séculos o solo da região foi escarafunchado na caça às pedras. Diamantina era a principal cidade do chamado Distrito dos Diamantes e ponto de partida da antiga Estrada Real, o caminho usado por tropeiros para transportar o produto do garimpo até os portos de Parati e Rio de Janeiro, e que também passava por Ouro Preto.
Ainda hoje há caçadores de tesouros por lá. É o caso de Belmiro Nascimento, que todo dia bate peneiras às margens do Ribeirão do Guinda. Remexe o cascalho do rio e cavuca a terra enquanto alimenta a esperança de encontrar um diamante que faria a família folgar por meses, anos ou pelo resto da vida. O garimpeiro sabe que precisa ter fé e paciência. Os meses podem correr sem que o brilho da pedra apareça diante dos olhos. "O garimpo é um jogo e a ficha é a nossa vida", diz. Quase sempre, volta pra casa sem o prêmio tão desejado. Mas a sorte vem de vez em quando, e assim o garimpeiro vai pagando as contas já se vão 30 anos.
Belmiro organiza visitas ao garimpo artesanal onde trabalha para ensinar aos turistas os segredos da técnica artesanal da atividade. Cada visitante ganha o que ele chama de "peneirada de cortesia" com uma pilha de cascalho potencialmente precioso onde ele diz ter escondido uma pedra. Se alguém encontrá-la pode ficar com ela. Quase nunca acontece, mas se você estiver com muita, mas muita sorte, talvez encontre o seu.
Ninguém perde também a visita as casas onde viveram Xica da Silva e Juscelino Kubistcheck, os dois personagens mais famosos da cidade. Xica da Silva, na época do auge do garimpo, foi a ex-escrava de dentes alvos e curvas salientes que virou a "Rainha do Tijuco", ao cair nas graças do homem mais poderoso da região, o contratador de diamantes João Fernandes de Oliveira, que fez todos os caprichos da amada, cobrindo-a de luxo. Conta-se que Xica era mulata geniosa e cheia de vontades. Não pisava em chão sem tapete, vestia roupas com brilhantes e tinha mucamas brancas, só para afrontar as damas da sociedade. Os dois nunca se casaram oficialmente já que as leis da época não permitiam matrimônio com pessoas de classes tão distintas. Mesmo assim, João Fernandes mandou construir a igreja de Nossa Senhora do Carmo com a torre nos fundos para que o badalar do sino não incomodasse os ouvidos sensíveis de Xica.
Já o ex-presidente Juscelino Kubitscheck, ou Seu Nonô como era conhecido pelos amigos mais íntimos, nasceu, cresceu e nunca se esqueceu da cidade-natal. A tal ponto que, frequentemente, mandava servir em encontros presidenciais o frango com quiabo que tanto gostava dos tempos de infância e ainda convidou o amigo Oscar Niemeyer a construir um hotel e uma escola em Diamantina, em pleno centro histórico, com o mesmo estilo das obras de Brasília.
Ao construtor da capital federal também é atribuído o fortalecimento da tradição musical em Diamantina. JK era um famoso amante das serenatas e não perdia uma nos tempos de adolescente. Quase toda casa em Diamantina tem algum instrumento musical e há uma centena de grupos espalhados pela cidade. Os mais famosos, o Bartucada e o Baticaverna, surgiram para animar o carnaval décadas atrás e já ganharam projeção nacional. Todos os finais de semana há serenatas e música ao vivo pelas ruas de Diamantina.
O ponto alto dessa tradição acontece no período das vesperatas, entre maio e outubro. Duas vezes por mês orquestras municipais apresenta-se na Rua da Quitanda. Os músicos tomam lugar nas sacadas dos casarões e o maestro na rua, ao lado do povo, rege canções que alternam boleros, sambas, MPB e do cancioneiro popular, incluindo Peixe Vivo, música que acabou virando uma espécie de hino em homenagem a Juscelino. É um evento emocionante e responsável pelo principal movimento turístico em Diamantina, quando muita gente chega, principalmente de Belo Horizonte, lotando as pousadas. Para conseguir vaga em dia de vesperata é preciso fazer a reserva com antecedência de, no mínimo, um mês.
Veja fotos de Diamantina
Roteiros
Por: Viaje Mais/Tales Azzi
As atrações de Diamantina felizmente não resumem-se as ruas do centro histórico. Quem chega quase sempre estende os passeios pelos vilarejos nos arredores, como Biribiri, São Gonçalo do Rio das Pedras e Milho Verde, além de visitar grutas e cachoeiras nos arredores.
O mais próximo é a vila de Biribiri, uma antiga fábrica têxtil, aberta em 1876, que parou de funcionar há décadas e virou uma minicidade habitada apenas por apenas seis pessoas, embora possua igreja tombada pelo patrimônio histórico, escola e uma dúzia de casas com paredes de adobe, todas vazias, herança do tempo em que a fábrica contava com cerca de 600 trabalhadores. Um gramadão no centro de tudo serve para que Seu Raimundo "Sem Braço", dono do único restaurante local, espalhe as mesas do estabelecimento à sombra das árvores. É um passeio bucólico e muito tranquilo. Um dos moradores é Gilson de Oliveira, trabalhador na velha fábrica e gostou tanto do lugar que nunca mais foi embora, passa os dias ali contando causos e divertindo os poucos visitantes de Biriribi.
O acesso se dá por uma estrada de terra de 22 km que começa ao lado de Diamantina e atravessa a área de preservação ambiental do Parque Estadual do Biribiri. No caminho até a fábrica, há duas cachoeiras quase à beira da pista, a dos Cristais e do Sentinela. Há placas indicando a entrada, mas a passagem só fica liberada nos finais de semana, quando há segurança de plantão para vigiar os carros.
Seis quilômetros adiante, Milho Verde consegue ser ainda mais simples e tranquila, tal como sugere o nome do lugar, com carroças de boi parada à frente das casas de pau a pique e do chafariz onde as lavadeiras trocam comadrices. Mas há preciosidades para garimpar ali, como o doce de laranja que saem dos tachos de Dona Elisabete, o café da manhã servido com pães caseiros de Dona Geralda, as jóias de prata e cobre do alemão Tomas Kuberek e a conversa ao pé da porta com Dona Maria "do Coração", a benzedeira mais alegre e famosa da região, que tem receitas de curas de espinhela caída a picada de cobra. O ponto de encontro da moçada é o Bar Ovelha Negra, do italiano Franco Bouchard, que veio ao Brasil numa viagem de seis meses terminada assim que ele pisou em Milho Verde. Não há muito o que fazer no vilarejo além de curtir a paz da ruas de terra do povoado e sair para conhecer as cachoeiras em torno da Serra do Espinhaço, como a do Moinho, Carijó e do Piolho, todas com acesso bem fácil de carro.
Se Diamantina lembra cenário, Biribiri, Milho Verde e São Gonçalo do rio das Pedras são como cidades cenográficas mesmo. E a sensação é, no mínimo, curiosa, pois provavelmente você será um dos poucos, senão o único visitante por lá. E bem diferente do que qualquer turista experimentaria nas outras cidades históricas de Minas.
Veja fotos de Diamantina
Gastronomia
Por: Viaje Mais/Tales Azzi
O chef que veio de garimpo
A história da gastronomia mineira passa obrigatoriamente por Diamantina e pela herança deixada por garimpeiros e tropeiros, que serviam-se dos ingredientes encontrados no fundo do quintal: galinha, couve, quiabo, milho... Pratos substanciosos eram necessários para o trabalho árduo de caça às pedras na beira dos ribeirões.
Já a história da comida da cidade passa por Luiz Rosário Vieira Lobos, o Vandeka, um chef especialista em culinária mineira, cujas panelas de pedra e barro já serviram até presidentes da república, caso de Tancredo Neves e Fernando Henrique Cardoso. Vandeka conta que aprendeu a cozinhar aos 13 anos com a avó. Na adolescência, nos idos dos anos de 1970, trabalhava em acampamentos de garimpeiros fazendo comida em baciadas para centenas de trabalhadores das minas. Desde 1988 comanda a cozinha do restaurante da Pousada do Garimpo.
Seu cartão de visitas é o chamado Bambá do Garimpo, um prato típico feito à base de feijão batido, costelinha, couve picada bem fininha e angu. Vandeka ainda aperfeiçou a receita, originalmente chamada de entrecosto de porco, com novos temperos e proporções equilibradas dos ingredientes, tornando-a menos calórica. No cardápio do restaurante, o Bambá junta-se a outros clássicos, como o tropeiro, o lombo com tutu e o frango com quiabo. Para sobremesa há uma imperdível casquinha de limão com doce de leite, no qual a fruta passa oito dias apurada, com troca de água a cada duas horas, para perder o amargor. Esqueça a dieta e não deixe de provar.
Veja fotos de Diamantina
Serviços
Por: Viaje Mais/Tales Azzi
Por estar numa região de montanhas, a meia enscosta da Serra do Espinhaço, a tempertaura em Diamantina pode cair bastante no inverno. Portanto, leve agasalhos. Entre maio e outubro acontecem as vesperetas, em sábados alternados.
Veja fotos de Diamantina
Pacotes
Clique aqui e veja pacotes para Diamantina
fonte: http://viagem.br.msn.com/
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Quem é seu amante ? (Jorge Bucay - Psicólogo)
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
O Sonho dos Ratos
Era uma vez um bando de ratos que vivia no buraco do assoalho de uma casa velha. Havia ratos de todos os tipos: grandes e pequenos, pretos e brancos, velhos e jovens, fortes e fracos, da roça e da cidade.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
IPVA. Vencimento a partir de 17/01/2011
IPVA 2011
Escala de vencimentos
Para veículos rodoviários usados:
| FINAIS DE PLACA
| ÚNICA/ 1ª PARCELA | 2ª PARCELA | 3ª PARCELA |
| JANEIRO | FEVEREIRO | MARÇO | |
| 1 | 17 | 15 | 18 |
| 2 | 18 | 16 | 21 |
| 3 | 19 | 17 | 22 |
| 4 | 20 | 18 | 23 |
| 5 | 21 | 21 | 24 |
| 6 | 24 | 22 | 25 |
| 7 | 25 | 23 | 28 |
| 8 | 26 | 24 | 29 |
| 9 | 27 | 25 | 30 |
| 0 | 28 | 28 | 31 |
