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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Algumas medidas de segurança ao pilotar motos.

No trânsito não basta a nossa capacidade de pilotagem e um moto em perfeitas condições de uso. Algumas surpresas podem porvocar uma queda ouacidentes. Vejam alguns exemplos:

na cidade – evite a locomoção pelo canto interno das pistas, principalemnte em curvas. Freqüentemente é nesse local que se acumula toda a sujeira da via pública. Além disso, o percurso dos veículos pesados, que ocasionalmente derramam óleo diesel, torna o asfalto escorregadio, especialmente quando está molhado. Háo risco maior de pedtrestres descendo das calçadas também nestes locais.

poças d’água – procure evitá-las, pois elas podem esconder buracos que facilitam quedas ou perda de aderência, gerada pela ação de uma camada de água entre o pneu e a pista. Caso haja bueiros sem tampas, a poça de água os esconderá.

manchas de óleo; areia - procure não passar por elas, mas se for inevitável, passe com a moto o mais reta possível, não desacelere nem freie sobre elas.

na estrada – ao trafegar pela cidade ou estrada procure manter-se no trajeto das rodas do veículo à sua frente (prefira veículos pequenos), pois ele conseguirá desviar de possíveis buracos e obstáculos. Se você estiver na mesma direção da roda, também terá menor quantidade de água nos pneus, o que ajuda a evitar a perda da aderência. Esse procedimento também é válido para pista seca.

calibragem dos pneus – trafegar na chuva requer maior aderência, diferentemente do ambiente seco. Caso você queira aumentar sua segurança na chuva, diminua a pressão dos pneus. Quanto maior a superfície de contato na pista, mais seguro será o trajeto. Ao calibrar, procure diminuir até 4 libras, porém lembre-se de tornar a calibrar os pneus quando estiver trafegando em pista seca. Não use calibragens muito baixas, pois se os pneus estiverem murchos, aumentará o risco de aquaplanagem pelo mal escoamento da água entre os sulcos dos pneus.

carros estacionados - cuidado ao passar perto de carros estacionados. Se possível, procure visualizar pessoas em seu interior. os movimentos de pessoas dentro dos carros, pode significar que as portas serão abertas.

crianças - as crianças atravessam de repente na frente dos veículos por não terem percepção de distância e velocidade. Redobre a atenção em frente as escolas ou onde visualizar crianças brincando.

idosos - tem também menor percepção e lentidão de reflexos, além dos seus deslocamentos e movimentos também serem lentos. As vezes não conseguem sair da frente dos veículos. Também pela menor capacidade visual e auditiva podem atravessar na frente de carros e principalmente motos, que são veículos menores. É comum após atropelamentos dizerem: "não vi a moto vindo".

cachorros - são sempre perigosos e tem rapidez de movimentos e mudanças de direção. Aquela história de firmar o guidão e passarpor cima, na maioria das vezes derruba a motocicleta. Uma moto a 60 km/h batendo num cão pequeno de apenas de 5 quilos gera um impacto maior que 300 quilos na frente da moto. Não há braço que segura isso.

cavalos e vacas - pelo próprio tamanho e peso, evitem ao máximo, bater um animal desses. Os cavalos se movimentam com rapidez e mudam a direção de movimento de forma brusca.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Roubo de Motos.

Moto de 400 cilindradas é a mais roubada no país
Se você tem uma moto Honda NX-4 400 cilindradas, redobre seus cuidados. Em proporção à frota nacional, é o veículo mais visado pelos ladrões no país, conforme dados Federação Nacional das Seguradoras (Fenaseg) com base no cadastro do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam).

Em 2008, bandidos levaram 1,8 mil motos Falcon, como é conhecida – equivalente a 1,8% da frota desse modelo, que somava 102 mil unidades no Brasil. Em 2007, também estava na ponta da tabela com 92,4 mil furtos e roubos– 1,9% da frota.

Fabricada a partir de 1999, mas fora de linha desde o ano passado, a moto é considerada uma das melhores opções para quem anda na cidade ou em trilhas, pela agilidade, potência e resistência em vencer obstáculos em terrenos irregulares ou em ruas esburacadas. Por causa disso, a escolha dos ladrões, que a usariam para cometer outros crimes.

Um modelo 2008 da Falcon é avaliado em R$ 14,5 mil. E o preço do seguro pode chegar a até 15% desse valor. Mesma regra vale para outros modelos de motos, enquanto o seguro de um carro varia de 4% a 7% do valor do veículo.
Fonte: Jornal Zero Hora

Nada disso seria preciso se os impostos absurdos que pagamos fossem usados de forma decente, e não bancando festas, viagens e um monte de falcatruas dessa corja nojenta de políticos que nos regem.
ass. Rodriguim.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Motoboy e Segurança

A profissão do moto-entregador está sendo cada vez mais requerida pelas empresas. Isso ocorre devido a vários fatores relacionados às características da motocicleta como baixo custo de aquisição e manutenção, baixo consumo de combustível, facilidade de estacionamento, agilidade e rapidez nas entregas entre outras.

Entretanto esta profissão exige cada vez mais que o condutor tenha um bom preparo técnico e psicológico para enfrentar um mercado de trabalho onde o fator tempo e quantidade de trabalho são diretamente proporcionais ao ganho no final do mês. Tudo isso se soma a uma pilotagem em alta velocidade e na maioria das vezes com manobras inadequadas como ultrapassagens pela direita, uso de contra mão de direção, desrespeito às preferências e desuso das técnicas de direção defensiva. Claro, isso tudo coloca em risco todos os presentes nas vias de trânsito, mas na maioria das vezes apenas o “motoboy” sofre sérias consequências como hospitalizações prolongadas, períodos temporários ou permanentes de invalidez e não raramente, a morte.

Algumas observações são importantes não só para os motoboys, mas para todos que pilotam motocicletas. Algumas verificações devem ser periódicas e são fáceis.

Verifique na motocicleta:
- Lâmpadas de faróis e setas.
- Buzina.
- Bateria. Verifique o nível da solução a cada 15 dias. Observe vazamentos.
- Calibragem dos pneus. Pelo menos uma vez por semana.
- Óleo do motor. Respeite as orientações do manual quanto ao tipo, volume e período das trocas.
- Suspensão. Observe barulhos, frouxidão e vazamentos de óleo.
- Possíveis parafusos frouxos na moto em geral.
- Manete e pedal de freio. Curso excessivo ou barulhos nas frenagens.
- Corrente: desgaste e tensão. Regule folgas excessivas. Se a corrente soltar pode travar a roda causando acidentes.

O capacete:
Observar validade, estado geral, estado da cinta e fecho de segurança.
O capacete deve ser justo sem ser incômodo, abotoado de maneira que a cinta fique firme ao queixo sem risco de soltar nas quedas.
Importante polir o capacete pelo menos uma vez por mês. Em caso de queda ele deve deslizar com facilidade acompanhando o movimento do corpo. Isso evita trancos no pescoço. Por isso os capacetes “emborrachados”, muito na moda hoje em dia, não são adequados e aumentam o risco de lesão cervical.
O modelo “coquinho” não é permitido por lei.
Capacetes sem viseira somente são permitidos se você usar óculos de proteção adequados. Não é permitido uso de óculos de sol.
Quando comprar um capacete, verifique se ele é aprovado pelo INMETRO.
Dê preferência aos capacetes de cor clara. Você ficará mais visível no trânsito.
Os mototaxistas são responsáveis pelas pessoas que levam na garupa. Portanto observem a correta colocação do capacete pelos passageiros.

Todo cuidado é pouco. Assim como devemos aprender a pilotar uma moto, andar na garupa também é uma arte. Um “garupeiro” inadequado desequilibra o condutor nas curvas, frenagens e acelerações. Muitas vezes pelo modo da pessoa montar na garupa já sabemos “quem” iremos carregar.

Roupas:
Se proteja ao máximo com uso de roupas adequadas e resistentes mesmo nos dias mais quentes. Pense que o chão também estará mais quente nesses dias.
Use tênis ou botas de cano alto que protejam o tornozelo.
Prefira as roupas de cor clara e com faixas reflexivas.
Evite andar de chinelo e bermuda.
Mulheres devem evitar saltos, sandálias, saias e bolsas ou sacolas penduradas nos braços ou no guidon.


Seja visto no trânsito:
Procure ficar sempre ao alcance da visão nos retrovisores dos motoristas evitando os pontos cegos. Se você não vê o motorista no retrovisor do carro, ele também não te vê na moto.
NUNCA ULTRAPASSE PELA DIREITA

Conduzir sempre com o farol aceso mesmo durante o dia (determinado por lei).

Atenção para estas dicas:

Antes de sair, verifique se a encomenda está devidamente acomodada no compartimento específico para o transporte.

Pilote sempre com as duas mãos no guidom.

Diminua bem a velocidade antes dos cruzamentos, mesmo tendo a preferência. Se o motorista na transversal não conseguir parar, você sempre leva a pior.

Nas ruas e estradas a moto deve ocupar o espaço igual ao do carro e você deve manter distância de segurança, inclusive para mudar de faixa e ultrapassar.

Não entre abruptamente ao lado ou à frente de um veículo nas ultrapassagens, muito menos pela direita.

Não faça manobras arriscadas “costurando” entre os carros em movimento ou parados.

As motos não podem circular nas calçadas, canteiro central, acostamentos, praças, calçadões, etc.

Aprenda a frear corretamente e com segurança. Muita gente tem medo de usar o freio dianteiro, sendo ele o mais eficaz nas frenagens. O freio traseiro auxilia na frenagem e no equilíbrio.

Chão molhado exige muito mais distância para parar além de reduzir a estabilidade. Reduza a velocidade nessas situações.

Cuidado com os carros estacionados: alguém pode abrir uma porta sem perceber que você está vindo. Olhe sempre o movimento do interior dos carros.

Cuidado especial com crianças. Elas ainda não tem noção de velocidade e distância. Por isso atravessam de repente na frente dos carros e motos.

Lembre sempre: o pedestre tem preferência em todas as situações, mesmo ele estando errado.

O motociclista deve portar sempre a carteira de habilitação e os documentos obrigatórios da motocicleta.

Cuidado com a pressa:
Entrega rápida é o interesse do dono da empresa, do cliente e mesmo seu mas...
“Motoboy que pensa não entrega sua vida.”


ass. Rodriguim.