Mais uma vez, vivemos os últimos dias de luto,com óbito de pessoas queridas de nossa cidade.
Desta vez foi o ex-prefeito e empresário, Sr. Iraval Pires, que por muitos anos representou e distribuiu a saudosa “Antártica de Pirapora”. A famosa distribuidora “Pingon”, onde era tradição buscarmos os refrigerantes e cervejas pros aniversários. Lá, funcionários e vários parentes do Sr Iraval , entre filhos, cunhados, sobrinhos e outros, tiveram seus primeiros empregos e ensinamentos, que os levaram a carreiras de sucesso nos seus empreendimentos, após passarem pela Pingon. Eram os tempos em que a gente podia sair deixando a porta da garagem aberta com as bicicletas e nenhum larápio as levava. As notas ruins e maus comportamentos nas escolas eram punidos com rigor e praticamente todos os jovens passavam pelo Grupo Escoteiro, na época chamado Major Agenor, de onde trazemos pra sempre o espírito de cidadania e comportamento, além de inúmeros aprendizados que nos regem até hoje.
Mas em relação aos óbitos, quero indagar sobre a falta de velórios em nossa cidade.
Quem seria o responsável por tal resposta?
Há pouco tempo, na praça Dr Prado, o prédio da antiga Auto Comercial foi todo reformado, para o funcionamento de um velório, que nem chegou a ser aberto, por motivos que a gente bem sabe.
A Santa Casa ainda conta com um espaço, que já não é maios adequado, inclusive pelo barulho que causa durante os velórios, aos pacientes lá internados.
Algumas pessoas de irmandades têm seus velórios em Igrejas e outros partem pra antiga moda de velar me casa mesmo.
A falta de espaço adequado e conforto, pros parentes e amigos nesses momentos, me faz perguntar: por que Diamantina não tem velório ?
Não parece falta de algum empresário investir no setor, já que o velório da praça Dr Prado foi enterrado, antes de abrir as portas.
Vai entender...