O cara pode até não ter sido mal intencionado, mas a resposta também foi criativa e na mesma medida. Como a gente diz, algumas vezes: "toma distraído!!".
quinta-feira, 28 de março de 2013
Vídeo Motivacional
Dentre várias mensagens "Pascoais" que rolam nesta época, muitas delas repetitivas, quero oferecer a todos vocês, este link de um vídeo expetacular, sobre coaching. Daqueles que precisamos assitir quase todos os dias, pra renovar nossas forças e traçar nossos objetivos.
Assistam. Abraço a todos,
Rodriguim.
http://www.youtube.com/watch?v=1X4CrH3LExw
sexta-feira, 22 de março de 2013
quinta-feira, 21 de março de 2013
Receita de Miojo em redação do ENEM.
Que o nível de ensino está cada vez pior e claro, o nível dos estudantes e profissionais jogados no mercado também, ninguém espanta mais.
Mas o pior é saber que os responsáveis pelo controle do nível de qualidade, fingem que exercem as suas funções.
Pior ainda, saber que o tão concorrido vestibular, ultimamente chamado ENEM ou sei lá que merda, não avalia bosta nenhuma.
Pior ainda, saber que o tão concorrido vestibular, ultimamente chamado ENEM ou sei lá que merda, não avalia bosta nenhuma.
Caso contrário, não aconteceria coisas absurdas, como o fato descrito abaixo. O pior, é que os babacas responsáveis, ainda tentam justificar a nota de 560 pontos, alcançada com uma redação cheia de erros de português, de pontuação e com uma receita de miojo, no meio do texto. .
Vai entender ...
20/03/2013 07h30
- Atualizado em
20/03/2013 12h44
Jovem que pôs receita no Enem vira ‘sensação’ em universidade de MG
Estudantes de cursos diferentes querem conhecer quem desafiou o MEC.
‘Ideia de escrever sobre o macarrão veio na hora da prova’ , disse.
Jéssica Balbino
Do G1 Sul de Minas
469 comentários

“Gui, na próxima redação você pode lançar o frango gratinado que te
ensinei sábado”, disse Romano Lopes na página de uma rede social do
amigo Carlos Guilherme Custódio Ferreira, que ficou conhecido após
inserir, no meio da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem),
uma receita de como preparar macarrão instantâneo.
Aos 19 anos, o estudante de engenharia civil tornou-se o centro das atenções na Centro Universitário de Lavras
(Unilavras-MG) e os convites para conhecê-lo não são poucos. Pessoas de
outros cursos querem saber quem é o jovem que desafiou o novo sistema
de avaliação do Enem.
Gui, na próxima redação você pode lançar o frango gratinado que te ensinei sábado"
Romano Lopes
amigo do estudante
amigo do estudante
De acordo com ele, a ideia de inserir a receita no meio da prova surgiu
no momento em que ele redigia a redação, cujo tema era "Movimento
Imigratório para o Brasil no Século XXI". Com o título “Imigração
Ilegal”, e quatro linhas de texto em que descreve como cozinhar e servir
o Miojo, o estudante conseguiu 560 pontos na prova. “Não imaginava que
conseguiria esta pontuação, mas, não serviu para nada, pois quando saiu o
resultado, eu já estava na faculdade e a nota também não seria
suficiente para que eu fosse admitido nas universidades públicas”,
comentou.
Ele também não sabe por que escolheu justamente a receita do Miojo. “Me
veio a mente enquanto eu fazia a prova e pensei que seria uma boa para
testar a eficiência, neste caso, ineficiência, da correção do exame”,
completou.
Natural de Campo Belo
(MG), onde fez a prova, o jovem conta que se mudou para Lavras para
estudar e que esta foi a segunda vez que fez a prova do Enem. Em 2011
ele prestou o exame conhecido popularmente como ‘treineiro’, mas não
utilizou a nota para tentar entrar nas universidades, já que ainda
estava no Ensino Médio.
Jovem que pôs receita no Enem vira ‘sensação’ em universidade de Lavras (Foto: Reprodução EPTV)
Com 75% de financiamento do curso através do Financiamento Estudantil
(Fies), o universitário que está no segundo semestre do curso e que
divide um apartamento com outros cinco jovens estudantes no formato de
república, conta que está feliz, pois é o que sempre quis estudar. “Eu
sempre quis este curso e consegui o Fies para terminá-lo, o que é de
grande ajuda”.
saiba mais
Desta maneira, o futuro engenheiro pretende seguir o curso até o final e
espera que a brincadeira, chamada por ele de ‘despretensiosa’, reforce a
correção das redações na prova que habilita estudantes para cursarem
faculdades em todo o país.
“Espero que as correções fiquem mais criteriosas e rigorosas a partir
de agora. Eu fiz a prova porque já estava inscrito, mas não tinha muito
compromisso, uma vez que já estou na faculdade”, destacou.
Redação com receita do macarrão instantâneo recebeu nota 560 no Enem (Foto: Reprodução/Facebook)
Sobre a prova e a correção
O estudante conseguiu 560 pontos na prova. A redação escrita por ele foi avaliada como adequada, embora previsível e com argumentos superficiais, segundo uma nota enviada pelo Ministério da Educação (MEC). A determinação do Enem em 2012 era de que as redações teriam até três corretores, no entanto o texto escrito por Carlos não apresentou discrepância de nota acima de 200 pontos entre os dois primeiros corretores e não precisou passar por um terceiro.
O estudante conseguiu 560 pontos na prova. A redação escrita por ele foi avaliada como adequada, embora previsível e com argumentos superficiais, segundo uma nota enviada pelo Ministério da Educação (MEC). A determinação do Enem em 2012 era de que as redações teriam até três corretores, no entanto o texto escrito por Carlos não apresentou discrepância de nota acima de 200 pontos entre os dois primeiros corretores e não precisou passar por um terceiro.
Fonte: G1
segunda-feira, 18 de março de 2013
sábado, 16 de março de 2013
terça-feira, 12 de março de 2013
MOTOCICLISTA, PILOTE SEMPRE EQUIPADO!
A
frase acima está presente em toda propaganda que vemos de moto em
revistas, TV ou na Internet. Mas o que é andar equipado? Infelizmente,
para muitos "andar equipado" é rodar usando capacete. Capacete é
indispensável, porém só o capacete não basta. Então o que é andar
equipado?
CAPACETE
Deve
ser usado sempre, não importa se vai "apenas dar uma voltinha" ou ir do
Oiapóque ao Chuí. E quando digo capacete, entenda como capacete
INTEGRAL (ou seja, fechado) e aprovado pelo INMETRO. 70% dos traumas que
atingem a cabeça do motociclista em um acidente de trânsito ocorrem na
região do queixo e face, portanto os capcetes ditos abertos ou
semi-abertos não ajudariam muito. Agora, imagine um capacete semi-aberto
não aprovado pelo INMETRO, como o famigerado "coquinho" ou "tipo
nazista". Além de proteger menos a cabeça estes capacetes NÃO
suportariam um impacto direto. Apesar de seu uso ser contra a lei,
lastimavelmente vê-se muitos motoclistas que insistem em usá-los,
principalmente entre os donos de motos cruiser. É meio óbvio dizer isso,
mas capacete foi criado para ser usado na cabeça, e não no cotovelo,
bagageiro, pendurado na trava de capacete, etc. Infelizmente, alguns
gostam de carregá-lo desta forma.
Então
qual é o melhor capacete? Não é necessário comprar um modelo importado
estupidamente caro. No Brasil são produzidos capacetes muito bons, e o
teste do INMETRO é um teste bem rigoroso, equivalente ao teste DOT dos
capacetes de origem nos EUA. O teste SNELL é um pouco mais rigoroso, ao
ponto que capacetes abertos NÃO são certificados, como também não os
basculantes (capacetes fechados que podem levantar toda a frente).
Portanto, o ideal seria um capacete com certificação SNELL, mas como
disse antes, se o capacete fechado tiver o selo de aprovação do INMETRO,
é um capacete confiável.
SEMPRE
experimente o capacete antes de comprar, uma vez que as formas dos
vários modelos diferem muito entre as várias marcas disponíveis. Ao
comprar, não esqueça que a viseira é um "item de consumo", pois com o
tempo ela ficará invariavelmente riscada, sendo necessário sua troca
periódica. Dê preferência a uma marca que seja fácil de conseguir
viseiras. Se for comprar uma viseira escurecida, sempre tenha a mão a
viseira clara. Nada pior do que pegar uma estrada a noite de viseira
escura. Se achar que talvez precise trafegar durante a noite, use a
viseira clara. Na hora de comprar o capacete, dê preferência à cores
claras e vivas, por serem mais visíveis no trânsito, e que tenha o
máximo possível de adesivos refletivos.
E
um último ponto: capacete fechado, importado e estupidamente caro, com
selo da SNELL, porém usado SEM A CINTA JUGULAR PRESA não adianta nada.
Sempre deve-se ajustar a cinta jugular de modo que fique confortável no
pescoço porém evite que o capacete seja arremessado de sua cabeça na
hora de um impacto.
JAQUETA
Depois
do capacete, muitos consideram a jaqueta como o segundo item de
segurança mais importante para o motociclista. A principal função da
jaqueta é proteger o tronco e braços da abrasão do piso em caso de
queda, evitando os ardidos "road rashes" (esfolados pelo asfalto).
Portanto, os únicos dois tipos de tecido que estão à altura desta tarefa
são o nylon Cordura e o bom e velho couro. Outros tecidos, como o jeans
por exemplo, não suportam a abrasão. O jeans aguentaria apenas em torno
de 1 m antes de se desintegrar e a pele do piloto entrar em contato com
o asfalto, e isto se estiver em um piso de asfalto limpo, sem pedras,
areia, etc.
Qual
o melhor, couro ou Cordura? Depende. A resistência a abrasão do couro é
maior do que a da Cordura, porém a Cordura apresenta outras vantagens.
Talvez a maior vantagem da Cordura é no calor, onde uma jaqueta de
Cordura será mais fresca que uma de couro, pois ela permite melhor
ventilação. Dependendo do tipo da Cordura, a jaqueta poderá ser bem
resistente a água, porém será bem mais quente. Para evitar isso, muitos
fabricantes colocam na face interna da jaqueta um tecido impermeável,
como o GoreTex. A grande vantagem do GoreTex é que ele permite a
transpiração (portanto é mais fresco) porém não deixa a água da chuva
entrar. O grande problema de jaquetas com GoreTex é o preço, sendo
bastante caras. Também há jaquetas de couro com GoreTex, mas além de
serem caras sempre serão mais quentes que as de tecido sintético.
Um
problema que jaquetas de couro apresentam é que elas podem adquirir mau
cheiro devido à contaminação bacteriana do suor ou se mofarem quando
são guardadas úmidas. Para se evitar isso, basta ter-se o cuidado de
somente guardá-las totalmente secas e de vez em quando passar uma
substância desinfetante para matar as bactérias que surgem quando o
couro absorve a transpiração do corpo. O couro exige mais cuidados do
que tecidos sintéticos.
Outro
fato a se considerar quando for comprar uma jaqueta é o modelo.
Basicamente, a jaqueta pode ser curta (até a cintura) ou 3/4 (tipo
parca, até a coxa). Normalmente só se encontra jaquetas 3/4 se forem de
Cordura. A grande vantagem da 3/4 é que confere melhor proteção na
chuva. Um dos principais locais para a água se infiltrar é pela cintura,
portanto se esta área estiver coberta, menos chances de se chegar em
casa molhado. Também preste atenção nas mangas. O punho deve ser
ajustável, de modo que uma vez passada a mão ele seja apertado para que a
manga não suba e deixe o antebraço desprotegido na hora do impacto.
Outra grande vantagem é se a jaqueta tiver alguma sistema para apertar a
manga em torno do antebraço e do braço, para que a jaqueta não fique
batendo no vento nestas regiões. Algumas apresentam uma cinta na altura
da barriga pelo mesmo motivo.
A
gola deve permitir que se possa fechar bem em torno do pescoço porém
sem apertar demais, e deve também ser alta para proteger o pescoço do
frio e chuva. O ideal seria uma gola que pudesse ficar bem alta nos dias
de frio e chuva e dobrada para baixo no calor. É importante que ela
também seja alta na parte de trás, pois quem já andou em tempestades
sabe que pode pingar água do capacete na parte de trás do pescoço.
Mas
uma boa jaqueta, de Cordura ou couro, com todas as características
acima, não basta. Ela tem de ter aramdura no mínimo nos cotovelos e
ombros, e idealmente nas costas também. Normalmente estas peças de
armadura são colocados em bolsos internos e fixados com velcro para
poderem ser retirados para limpeza da jaqueta. São confeccionados em
plástico e forrados com tecidos macios, e no caso do cotovelo, tem uma
articulação. Estas peças (principalmente as que recebem a categoria de
aprovação CE da União Européia) são bastante eficientes na absorção de
impactos. Se o motociclista cair, é muito provável que baterá os
cotovelos no chão. Se por ventura rolar, vai bater bem mais partes do
corpo. De forma alguma estas blindagens dificultam o uso da jaqueta, são
pesadas ou deixam a jaqueta mais pesada. Não atrapalham em nada e você
nem sente que estão ali. Boas jaquetas, tanto as de couro como Cordura,
apresentam estas armaduras ou locais já prontos para elas serem
colocadas posteriormente.
Uma
outra questão que acho importante abordar é o uso de pins, buttons,
tachinhas, algemas, correntes e outros penduricalhos que alguns insistem
em usar na jaqueta. Isto é bastante comum entre os pilotos de cruiser e
entre membros de motoclubes. Nada contra ostentar as cores do seu
motoclube ou usar a jaqueta (ou colete por cima da jaqueta) como um
mostruário de suas preferências. O probelma de usar qualquer tipo de
enfeite de metal na jaqueta é caso ocorra uma queda. Imagine cair no
asfalto, na velocidade que for, e ao invés de você deslizar sobre sua
jaqueta, você deslizar sobre buttons, pins, tachinhas, algemas,
correntes, etc. Se quiser enfeitar sua jaqueta, use patches de tecido.
Bonitos, eficientes e não apresentam risco em caso de queda, além de
você conseguir entrar em bancos sem disparar o detector de metal da
porta.
LUVAS
O
terçeiro item em grau de importância nos itens de segurança. Se você
cair, você VAI bater a mão no chão. Isto é fato. Portanto, proteja muito
bem suas mãos. Para luvas, o único material recomendável é o o couro.
Como ele é o tecido que apresenta o melhor coeficiente de resistência à
abrasão, não há sentido em se usar outro material. Obviamente, a luva
deve ser INTEGRAL, ou seja, os dedos devem estar completamente
protegidos. A chamada "luva sem-dedos" não confere um grau decente de
proteção. Luvas sempre vão ser quentes, mas no vento isto não será
incomodo. Se puder, escolha um modelo que apresente proteções de Kevlar,
fibra de carbono ou metal na região dos nós dos dedos. As boas luvas
também vem com proteção (geralmente Kevlar) na palma da mão e no dorso
dos dedos também.
Escolha
um modelo cujo punho seja cumprido o suficente para cobrir o punho da
jaqueta. Desta forma não entrará nem vento nem chuva pelo punho. A luva
não pode ser folgada, pois isso atrapalha ao usar os comandos dos
manetes, e nem muito justa por motivos óbvios. Mas ao comprar, lembre-se
que o couro sempre lasseia com o tempo.
Ainda
estou para encontrar uma boa luva com armadura e que realmente seja a
prova de chuva forte. A solução? Guarde no bolso da jaqueta, debaixo do
banco, bolsa de tanque, etc um par de luvas "de procedimento" (feitas de
látex, as vezes chamadas de "luvas cirúrgicas"). Na hora da chuva é só
encostar e vestí-las por cima da luva de couro. Como sãofinas e
facilmente rasgáveis, chegando em casa jogue-as fora e reponha o par que
você usou (são vendidas em caixas em lojas de produtos médicos, e são
bem baratas). Funcionam para chuvas leves ou viagens muito curtas. Para
viagens longas ou tempestades, luvas de cozinha (de borracha) por cima
das luvas de couro protegem mais. Infelizmente, até hoje não encontrei
um par grande o suficiente que caiba minha mão com luva de couro
confortavelmente.
CALÇAS
Basicamente,
o que disse a respeito das jaquetas vale para as calças. Elas devem ser
de couro ou Cordura, e com armadura nos joelhos (algumas também vem com
proteçao no lateral da coxa, na altura do quadril). A proteçao do
joelho é articulada, oferecendo total mobilidade. Anadando normalmente
você nem sente que está usando armadura.
Calças
jeans NÃO são uma opção. Em caso de queda, junto com as mãos e talvez
cotovelos, você irá bater os joelhos. Se não estiverem devidamente
protegidos, o estrago pode ser grande e muito doloroso. Nem pensar em
andar de shorts! Além de proteger contra abrasão e impactos diretos, as
calças também evitam de você se queimar no motor ou escape em caso de
queda com a moto em cima da perna.
Se
sua calça necessita de cinto, use um cinto com fivela pequena e sem
adereços. O ideal seria usar uma calça que é presa a cintura por cintas
de velcro. Lembre-se que atrás do cinto está sua barriga, por isso não é
uma boa idéia manter algo de metal nessa região. Além do mais, fivelas
de cintos tem predileção por riscar a pintura do tanque.
BOTAS
Devem
ser de cano alto e de couro, sendo presas com velcro, zipper ou outro
sistema de fixação que NÃO utilize cadarços. Elas devem ser altas o
suficiente para proteger o tornozelo, e não devem permitr movimentos não
naturais do pé. O ideal é um modelo que cubra até a canela,
protegendo-a de pedras e outros objetos que podem ser lançados contra a
sua perna. Ela deve ser rigída para não permitir grande movimentação
lateral do pé mas móvel o suficiente para permitir usar o câmbio e pedal
de freio sem dificuldades.
Os
melhores modelos apresentam barras na face lateral que vão do calcanhar
à altura do tornozelo, protegendo contra impactos e torção lateral do
pé. A sola deve ser sem travas, para não enroscar nos pedais, mas deve
ser grossa para agüentar a abrasão do contato do asfalto no dia-a-dia.
Algumas são a prova d'água, com membranas de GoreTex no seu interior,
mas como desvantagem são quentes no calor.
Na
estrada, preferencialmente devem ser usadas DEBAIXO da calça, e não com
a calça por dentro, a não ser que queira que a água da chuva escorra
para dentro do cano. Se você for rodar por pouco tempo (não vai viajar) e
acha que o tempo não está para chuva, pode-se usar a calça por dentro
das botas para se ter a garantia de que a barra não vai enroscar em nada
na moto, principalmente no trânsito da cidade, onde você está sempre
tirando os pés dos pedais. Quando for comprar uma par, vista-o na loja e
tente caminhar com ele. Deverá sentir-se confortável porém não pode ser
muito folgado (lembre-se que vai lassear). NUNCA vá fazer uma viagem
longa com um par de botas não-amaciado. Se vai viajar, use-as no
dia-a-dia por um tempo antes para amaciarem e não sofrer durante a
viagem.
Independente
do estilo da sua moto, você deve proteger-se da melhor maneira
possível. Talvez a melhor proteção seria a oferecida por um macacão de
corrida, de couro e com armadura por tudo. Mas mesmo não se levando em
consideração o alto custo deste equipamento, para um passeio "light" não
é necessário este nível de proteção. Um bom conjunto de calça +
jaqueta, boas luvas e botas e um bom capacete é o suficente. A escolha
entre couro e Cordura é basicamente uma questão de gosto pessoal (não
estou me referindo a corredores ou a quem vai andar no limite). Devemos
deixar modismos e preconceitos de lado, pois o estrago causado ao piloto
em um acidente de moto é independente do estilo da moto, mas sim do
nível de proteção do equipamento que o piloto estiver usando no momento
do acidente.
Quem
anda de moto conhece bem os riscos impostos a nós por pavimento em
péssimo estado de conservação, motoristas de carros desatentos ou
irresponsáveis, caminhões e ônibus despejando óleo na pista, etc. Por
isso devemos estar sempre preparados, e não pode existir NUNCA a idéia
de que "vou ali e já volto, portanto não preciso de toda esta
indumentária", ou então "hoje está muito quente para usar tudo isso".
Moto é uma paixão perigosa, quem acha que não é por que não sabe andar
(bem). Prefiro mil vezes reclamar todo dia do calor por andar "blindado"
do que lamentar por não estar usando o equipamento apropriado uma única
vez.
Vista-se para o tombo, e não para o passeio!
sábado, 9 de março de 2013
O mundo pede mais razão e menos emoção.
Pelo menos é assim que tenho visto e vivenciado todos os últimos momentos,
sejam pela prática vivida no dia a dia, ou seja, pelas telas de TV com suas
trágicas, rotineiras e nada surpreendentes notícias.
Fico pensando muito e viajando até nas profundezas da existência de um Deus
que vá nos julgar e nos direcionar a uma nova vida, de acordo com o que
praticamos aqui.
A viagem e a cabeça vão a mil, vendo e convivendo com roubos, falcatruas,
estupros, assassinatos, desvios de verba, pedofilias, maus tratos, etc e muito
tal.
Será que o livre arbítrio nos dá esses direitos desonestos e indecentes?
Será que o mundo é mesmo dos espertos?
Será que temos que fazer as nossas leis, à base do dente por dente, olho por
olho?
Casos recentes, como desse tal de Bruno, me fazem, refletir muito. Em poucos anos, ele estará fora da cadeia e a Elisa, nunca mais
curtirá esta vida. Nenhuma festa, praia, passeio, beijo na boca, beijo no
filho, nada, nada, nada, nada...
Por pior que seja a cadeia, há vida dentro dela. Não há vida no cemitério.
Não há presença física, nem sentimental. Só ausência, só saudade...
O bem mais precioso que existe, a vida, nos é tirada por um simples tiro na
cabeça em troca de um carro ou de um par de tênis.
Até quando?
Se eu expuser aqui os detalhes
relacionados a governos, administrações e sua leis ridículas, nunca cumpridas,
vou escrever eternamente.
Resta-me rezar, fazer sempre o bem, trabalhar honestamente pra dormir
tranquilo, me proteger e evitar situações de risco, além de procurar estar
preparado pra elas, pois não vou pensar duas vezes se tiver que mandar alguém
pro inferno pra permanecer aqui.
A vida e é aqui e onde que quero estar. Podem apostar!
ass. Rodriguim.
quarta-feira, 6 de março de 2013
16° Curvelo Motoshow

16° Curvelo Motoshow - Curvelo MG
02 a 05 de Maio de 2012
Venha conhecer um dos mais tradicionais e melhores encontros de motociclistas do estado de Minas Gerais.
Quatro
dias de muito rock and roll, boas estrada, área de camping coberta com
café da manha e total segurança a 150 mts do evento, as melhores bandas
de rock divididas durante os dias do evento, show de weelling em área
apropriada somente com profissionais.
Você não pode perder, esperamos por você!
Entrada Franca.
Local: Pç Central do Brasil
Contato: Augusto (38)8837-0716 - (38)3722-2969
E-mail: apbarreto44@gmail.com
Organização: Moto Clube Zangões - BRASIL

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Danos de veículos em alagamentos: conheça seus direitos
Com as chuvas e os alagamentos anuais, creio que a venda de Jet Ski vai aumentar, mesmo nas cidades sem rios e mares.
Piada a parte, já que não tem um pingo de graça a falta de planejamento e ação dos nossos políticos, aliada a falta de edução do povo que joga tudo que não é lixo, fora dos lixos, os carros é que se fodem e com eles os donos sem seguros e as seguradoras, que entram num combate alegando ser "força da natureza, pra tirar o corpo fora.
Este texto esclarece os nossos direitos e que porvidências tomar nesses casos. Boa leitura.
As chuvas fortes e enchentes castigam muitas cidades brasileiras
durante o verão. Municípios em estado de alerta ou emergência, pessoas
desabrigadas e todo o tipo de perdas e danos patrimoniais.
O cidadão que tenha qualquer bem seu atingido por alagamentos em vias públicas, deve adotar as seguintes medidas, segundo orientações do IBEDEC, Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo :
O cidadão que tenha qualquer bem seu atingido por alagamentos em vias públicas, deve adotar as seguintes medidas, segundo orientações do IBEDEC, Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo :
- Tirar fotos ou fazer filmagem com o celular mesmo, dos danos ocorridos e do local onde ocorreu;
- Guardar recortes e noticiários de jornal sobre o alagamento;
- Pesquisar na internet notícias de alagamentos ocorridos nos anos anteriores para fazer prova de que o problema era conhecido; Consiga o Boletim Meteorológico para a região na internet; Registre um Boletim de Ocorrência na Delegacia de Polícia; Faça um levantamento dos danos e três orçamentos para o reparo; Anote nome e endereço de testemunhas.
"Com estas provas em mãos é hora de entrar na Justiça. A ação deve
ser proposta na Justiça Comum e pode levar alguns anos para o seu final,
mas é melhor ter algo para receber do que arcar com o prejuízo
sozinho”, salienta José Geraldo Tardin, presidente do IBEDEC.
Danos em garagens de prédios e estacionamentos
É comum haver garagens dos prédios que inundam e com isto danificam os veículos que nela se encontram. A solução aqui exige uma leitura da convenção de condomínio e o estudo de cada caso.
Se a convenção do condomínio prevê que o condomínio é responsável por danos causados aos condôminos, a ação de reparação de danos pode ser dirigida contra este.
Se a convenção não prevê tal responsabilidade, é preciso identificar o que ocorreu. Se foi uma falha nas bombas de drenagem, por exemplo, já conhecida pela administradora do condomínio ou pelo síndico e não reparada sem justificativa, estes podem ser responsabilizados pelos danos causados aos condôminos.
Se a construção do prédio é nova, e houve falha no projeto quanto a vazão de água necessária naquele tipo de construção, de acordo com as normas da ABNT, a responsabilidade pode ser imputada à construtora que deverá indenizar aos proprietários atingidos.
Imagem | Site Somos1soSegurosNo Brasil, embora não esteja consolidada a cultura do seguro residencial, esta é uma realidade quando se trata de automóveis. De acordo com informações das seguradoras, mais de 40% dos contratos com as corretoras são para famílias de classe “C”, o que demonstra a preocupação com a perda do bem.
O que muitas pessoas não observam no momento de contratar uma companhia de seguros são as cláusulas do contrato relativas à cobertura em caso de alagamentos e enchentes. Por isso mesmo, o segurado não deve se limitar a ler a apólice que formaliza a contratação, mas sim estar atento às condições gerais da apólice antes de fechar o negócio. O documento apresenta obrigações e direitos das partes contratantes, glossário com as principais definições, período de carência, riscos excluídos e critério de reajuste.
Por determinação da Superintendência de Seguros Privados (Susep),
órgão que fiscaliza as operações de seguro, desde 2004 todos os planos
básicos – com cobertura contra colisão, incêndio e roubo – devem se
responsabilizar também por submersão total ou parcial do veículo, mesmo
que este esteja estacionado.
No entanto, não são incomuns os casos que, mesmo cobertos pela apólice, a seguradora se recuse a pagar o sinistro em caso de alagamento ou enchente. O principal motivo está nas “letras miúdas” dos questionários. Por exemplo, no caso de furto, o segurado perde o direito à indenização caso, naquele momento, o veículo estivesse parado na rua- Isso, porque informou no formulário de riscos que seu carro ficava sempre em um estacionamento. Para o caso de enchentes, a regra é, na maioria dos casos, exatamente a mesma.
Porém, a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), entidade civil sem fins lucrativos, recomenda aos motoristas com carros segurados que é importante se orientar com a seguradora antes de tomar qualquer iniciativa, sob o risco de perder a cobertura contratada. O grande perigo está no chamado “agravo de risco”. Ou seja, o proprietário do veículo decidiu prosseguir por um trecho alagado, aumentando deliberadamente o risco de submersão do automóvel. Assim, diante da menor possibilidade de prejuízos, os especialistas recomendam, sempre que possível, evitar as situações que coloquem o veículo sob tais condições.
Caso o incidente ocorra o primeiro passo é entrar em contato com a seguradora que irá orientar sobre as providências que devem ser tomadas. Por exemplo, se o veículo puder ser ligado, o motorista será informado para onde deverá levá-lo. Caso contrário, a seguradora enviará um guincho credenciado para resgatá-lo.
Feito o resgate, o veículo será levado a uma oficina credenciada para vistoria e apuração dos danos. Se os prejuízos somarem mais de 75% do valor do veículo, geralmente as seguradoras consideram como perda total. Caso a companhia opte por consertar o veículo, é importante que o consumidor exija o orçamento com a relação de todos os itens que serão trocados, assim como o prazo de devolução do carro, conforme dita o Código de Defesa do Consumidor. Além disso, como em qualquer sinistro, o proprietário do veículo terá de arcar com o valor da franquia também em caso de enchente.
No entanto, não são incomuns os casos que, mesmo cobertos pela apólice, a seguradora se recuse a pagar o sinistro em caso de alagamento ou enchente. O principal motivo está nas “letras miúdas” dos questionários. Por exemplo, no caso de furto, o segurado perde o direito à indenização caso, naquele momento, o veículo estivesse parado na rua- Isso, porque informou no formulário de riscos que seu carro ficava sempre em um estacionamento. Para o caso de enchentes, a regra é, na maioria dos casos, exatamente a mesma.
Porém, a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), entidade civil sem fins lucrativos, recomenda aos motoristas com carros segurados que é importante se orientar com a seguradora antes de tomar qualquer iniciativa, sob o risco de perder a cobertura contratada. O grande perigo está no chamado “agravo de risco”. Ou seja, o proprietário do veículo decidiu prosseguir por um trecho alagado, aumentando deliberadamente o risco de submersão do automóvel. Assim, diante da menor possibilidade de prejuízos, os especialistas recomendam, sempre que possível, evitar as situações que coloquem o veículo sob tais condições.
Caso o incidente ocorra o primeiro passo é entrar em contato com a seguradora que irá orientar sobre as providências que devem ser tomadas. Por exemplo, se o veículo puder ser ligado, o motorista será informado para onde deverá levá-lo. Caso contrário, a seguradora enviará um guincho credenciado para resgatá-lo.
Feito o resgate, o veículo será levado a uma oficina credenciada para vistoria e apuração dos danos. Se os prejuízos somarem mais de 75% do valor do veículo, geralmente as seguradoras consideram como perda total. Caso a companhia opte por consertar o veículo, é importante que o consumidor exija o orçamento com a relação de todos os itens que serão trocados, assim como o prazo de devolução do carro, conforme dita o Código de Defesa do Consumidor. Além disso, como em qualquer sinistro, o proprietário do veículo terá de arcar com o valor da franquia também em caso de enchente.
Fonte: http://consumidormoderno.uol.com.br
SUS = Sistema Ultrapassado de Saúde
A sigla SUS colou. O conceito não. Contradiz o que pretende passar para
os usuários. Saúde não é ausência de doença. É o bem-estar físico,
mental e social do indivíduo. Supõe sociedade justa, igualitária,
segura, educada, produtiva de bens necessários e não de males
supérfluos. Não se promove saúde tratando enfermos. Cura é ação válida.
Reduz sofrimento, atenua sequelas. Porém, não atinge o cerne da questão.
As doenças não desaparecem.
Propagam-se mercê de um modelo que
prioriza terapêutica, não profilaxia. Tratamento cura o paciente, mas
não impede a difusão da moléstia. Alivia sintomas, não erradica fontes
do mal. Não protege o cidadão dos riscos potencialmente lesivos às
estruturas e funções do organismo humano.
As evidências são
fartas. Nos Estados Unidos, o impacto de investimentos orçamentários do
setor saúde, medido pela redução da mortalidade, mostra o seguinte: 90%
dos recursos são aplicados para manter e ampliar a rede de serviços
destinados ao diagnóstico e tratamento de doenças, resultando na redução
de apenas 11% da mortalidade; 1,5% investidos em mudança de estilos de
vida levam à queda de 43% da mortalidade; 1,6% destinados a qualificar o
meio ambiente diminuem 19% da mortalidade; e 7,9% despendidos em
biologia de saúde fazem baixar 27% do referido indicador.
Em
síntese, tratar doentes consome quase todo o orçamento de saúde daquele
país. O retorno é insignificante quando comparado ao produto de
investimentos mínimos em outras políticas sanitárias. No Brasil, não é
diferente. O SUS utiliza a maioria do orçamento nos cuidados com
enfermos. A rede física aumenta. Despesas com recursos materiais,
equipamentos e insumos diversos exorbitam. Morbidades grassam.
Quantidade e qualidade de serviços deixam a desejar. Relação
custo/benefício negativa expõe a precária sustentabilidade do sistema.
Persistir nessa rota só é coerente com a lógica da economia
capitalista. Reforça a dinâmica do consumismo supérfluo. Eleva o uso
indevido de medicamentos, tecnologias diagnósticas e terapêuticas
deslumbrantes, prática que atrai investimentos, aumenta produção
industrial, gera emprego, amplia o comércio, aumenta a arrecadação de
impostos. A economia robustece. A indústria agradece. A sociedade
adoece. Quanto mais doença, mais lucro e benefício financeiro.
Para incorporar princípios éticos à condução das políticas públicas,
urge mudar o sistema de saúde. Imediatismos nada resolvem. Mediatismos,
muito menos. Dizer, por exemplo, que há falta de médicos no país é falar
sem pensar. Na verdade, há excesso de doentes. O que falta é população
sadia. A solução digna não é, pois, promover o boom de cursos médicos
desqualificados para criar exército de reserva de tão complexa mão de
obra. Cumpre inverter a prioridade das políticas do setor, investir na
prevenção para erradicar causas das enfermidades que acometem os
cidadãos com maior frequência. O único caminho é promover saúde no
verdadeiro sentido, identificado com o bem-estar da cidadania.
Ministério e secretarias ditos da saúde precisam sê-lo de fato. Não
passam de ministério e secretarias da doença. Recorrem a campanhas
publicitárias ilusórias e eleitoreiras para fazerem crer que o sistema
público vai muito bem. Mantêm olhar de descaso para conhecimentos
científicos da epigenética, cujos conteúdos exaltam a primazia dos
cuidados preventivos sobre os curativos. Entendem que atenção primária é
coisa simples e barata. Pode ser prestada por qualquer profissional,
independentemente de sua formação. Ledo engano. O modelo chinês do
médico pé descalço já era. Cuidado primário é tão complexo quanto o dos
demais níveis de atenção. Exige visão abrangente e profunda da medicina,
sem a qual se perde a oportunidade de dotá-lo das condutas preventivas e
educativas capazes de reverter a atual falta de cultura sanitária.
A maioria das doenças do adulto tem início na infância. Para
preveni-las, não há alternativa reducionista e simplificadora que se
justifique. Quanto mais se respeita e valoriza o cuidado pediátrico
qualificado nessa fase de vida, menor a prevalência de males futuros.
Quanto mais intervenções educativas em saúde nos meios de comunicação,
maior o potencial de bem-estar das pessoas. Quanto menos propagandas
enganosas e merchandising na mídia, maior a chance de ambiente
compatível com os requisitos de vida saudável. O universo do SUS vai
muito além de UPAs, Samus e hospitais. Se não avançar no papel
revolucionário que lhe cabe, continuará sendo um Sistema Ultrapassado de
Saúde.
Assessoria de Comunicação da SB
TEXTO: DIOCLÉCIO CAMPOS JÚNIOR - PEDIATRA
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Descaso e incompetência.
Em outubro do ano passado, começaram os problemas nesta rua do bairro Bela Vista. Era um problema pequeno, que as autoridades e órgaos incompetentes, com seus descasos, deixaram chegar neste ponto. Casas desabaram e outras estão condenadas.
Dizer mais o quê ????? Diamantina também é Brasil-il-il-il.
Dizer mais o quê ????? Diamantina também é Brasil-il-il-il.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Chicletes no chão, mata os pássaros.
Se todos tivessem educação, não haveria necessidade desse tipo de informação; mas assim como os tabagistas e suas bitucas, os chicleteiros também cospem a goma no chão, muitas vezes pra não pegar nela e melar a mão ou, porque alguns grudam mesmo e a gente nem consegue jogar fora.
Mas essa merda, além da grudar nos nossos solados, mata então os passarinhos. E é facílimo de evitar mais este tipo de lixo assassino no chão.
Antes que alguém me pergunte, quando eu masco chiclete e não acho lugar adequado pra jogar fora, eu engulo.
Já se muriçoca morresse com chiclete, eu grudaria am todas as paredes do quarto.
Mas essa merda, além da grudar nos nossos solados, mata então os passarinhos. E é facílimo de evitar mais este tipo de lixo assassino no chão.
Antes que alguém me pergunte, quando eu masco chiclete e não acho lugar adequado pra jogar fora, eu engulo.
Já se muriçoca morresse com chiclete, eu grudaria am todas as paredes do quarto.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Tragédias são sempre anunciadas.
Aquela velha frase, de que brasileiro só tranca a porta, depois que o ladrão sai, é previsível em todo canto e lugar.
A tragédia ocorrida agora, em Santa Maria, já estava desenhada há tempos; apenas demorou um pouco mais que o normal, pra acontecer.
Digo isso, pelo fato das reportagens mostrarem o esquema da planta da casa de shows, além de diversos detalhes como material inflamável no teto, estintores de incêndio que não funcionaram, alvará vencido etc e muito tal.
Basta no entanto, um passeio de férias, pra vermos outras tragédias anunciadas, apenas aguardando a melhor, ou pior hora, pra acontecer.
Gosto e leio muito sobre questões de segurança e até de guerrilha. E em alguns lugares que frequento ou deixo de frequentar, alguns conhecidos me chamam de neurado.
Quero aqui apenas dar de exemplo, passeios de barcos que já fizemos em Morro de São Paulo e agora recente, em Paraty.
Ao entrar no barco, ninguém é perguntado se sabe nadar.
Crianças, que pela própria aparência e idade, nos dão certeza que não sabem nadar, são levadas pelos proprios pais (burros, confiantes ou inocentes, não sei), sem nenhuma bóia de segurança.
Após a saída do barco, em Paraty, houve um discurso lindo sobre a localização e colocação dos coletes, para caso de acidentes. Mas, os mesmos não foram colocados em ninguém que não sabia nadar.
Alguém pensa que, se após o barco virar, quem não sabe nadar vai boiar e ter tempo de pegar e colocar o bendito colete?
Minha esposa, já com colete levado de casa, parecia "a diferente" no barco.
- Estão pensando em acidente ? Me perguntaram...
- Não, pois caso contrário, nem teríamos entrado no barco. Mas caso aconteça, prevenção é o melhor remédio.
PREVENÇÃO, FISCALIZAÇÃO SÉRIA, PROIBIÇÃO E PUNIÇÃO SEVERA!!!
Só isso, bastaria e teria poupado inúmeras vidas de diversos jovens.
Mas claro, não podemos esquecer que estamos no Brasil. Vai entender ...
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Prado Moto Rock 2013
Mais uma vez, o tradicional evento motociclístico de Prado.
Já tradicional no calendário nacional, tendo inciado com muito sucesso sob responsabilidade e organização pela empresa Mototour, o evento se mantem desde o ano passado, sob responsabilidade dos motoclubes locais e regionais com aopio da AMO-Bahia e o sucesso continua.
Nada como enrolar os cabos da motoca até a beira da praia, e melhor ainda: estar na bahia sem ouvir axé.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Festa de São Sebastião em Curralinho.
Apesar de esquecido por diversas administrações anteriores, o encantador
distrito chamado Extração, vulgo Curralinho, manteve suas tradições
religiosas e comemorou neste fim de semana a Festa de São Sebastião.
O lugarejo ficou lotado de turistas de diversas cidades e também muitos diamantinenses, que prestigiaram a festa. No sábado a noite ocorreu o mastro, seguido de uma música ao vivo no Bar da Pousada do Tropeiro,onde a dança rolou solta, com muita alegria pelo ambiente lotado de turistas. No domingo as comemorações religiosas, fecharam a tarde, com bela procissão seguida da missa.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Andador para bebês: perigoso e desnecessário
Desde 2007, é proibido vender, importar, e mesmo fazer propaganda de andador para bebês no Canadá. Apesar de ainda muito popular no Brasil, para bebês de 6 a 15 meses, o andador não é recomendado pelos pediatras. Os pais alegam alguns motivos para colocar o bebê no andador.
Dizem que ele dá mais segurança às crianças (evitando quedas), mais independência (pela maior mobilidade), promove o desenvolvimento (auxiliando no treinamento da marcha), o exercício físico (também pela maior mobilidade), deixam os bebês extremamente faceiros e, sobretudo, mais fáceis de cuidar.
A literatura científica tem colocado por terra todas estas teses. A
ideia de que o andador é seguro é a mais errada delas. A pesquisadora
sueca, Ingrid Emanuelson publicou uma análise dos casos de traumatismo
craniano moderado em crianças menores de quatro anos, que considerou o
andador o produto infantil mais perigoso, seguido por equipamentos de
playground. A cada ano são realizados cerca de dez atendimentos nos
serviços de emergência para cada mil crianças com menos de um ano de
idade, provocados por acidentes com o andador. Isto corresponde a pelo
menos um caso de traumatismo para cada duas a três crianças que utilizam
o andador. Em um terço dos casos, as lesões são graves, geralmente
fraturas ou traumas cranianos, necessitando hospitalização. Algumas
crianças sofrem queimaduras, intoxicações e afogamentos relacionados
diretamente com o uso do andador, mas a grande maioria sofre quedas; dos
casos mais graves, cerca de 80% são de quedas de escadas.
É verdade que o andador confere independência à criança. Contudo, um
dos maiores fatores de risco para traumas em crianças é dar
independência demais numa fase em que ela ainda não tem a mínima noção
de perigo. Colocar um bebê de menos de um ano num verdadeiro veículo que
pode atingir a velocidade de até 1 m/s equivale a entregar a chave do
carro a um menino de dez anos. Crianças até a idade escolar exigem total
proteção.
O andador atrasa o desenvolvimento psicomotor da criança, ainda que não
muito. Bebês que utilizam andadores levam mais tempo para ficar de pé e
caminhar sem apoio. Além disso, engatinham menos e têm escores
inferiores nos testes de desenvolvimento.
O exercício físico é muito prejudicado pelo uso do andador, pois,
embora ele confira mais mobilidade e velocidade, a criança precisa
despender menos energia com ele do que tentando alcançar o que lhe
interessa com seus próprios braços e pernas.
Por fim, trata-se de uma grande falácia dizer que a satisfação e o
sorriso de um bebê valem qualquer risco. Um bebê de um ano fica radiante
com muito menos do que isso: basta sentar na sua frente, fazer caretas
para ele e lhe contar histórias ou jogar uma bola.
Dizer que o andador torna a criança mais fácil de cuidar revela
preguiça, desinteresse ou falta de disponibilidade do cuidador. Caso o
adulto realmente não tenha condições de ficar o tempo todo ao lado do
bebê, é mais seguro colocá-lo num cercado com brinquedos do que num
andador. Cercá-lo de um ambiente protetor, com dispositivos de
segurança, como grades ou redes nas janelas; estas são medidas de
proteção passiva, muito mais efetiva. O andador definitivamente não se
enquadra neste esquema.
Existe um movimento muito intenso na Europa e nos Estados Unidos
visando a implantar uma lei semelhante à canadense, uma vez que todas as
estratégias educativas têm falhado na prevenção dos traumatismos por
andadores.
Enquanto este progresso não chega ao Brasil, continuamos contando com
o bom senso dos pais, no sentido de não expor os bebês a um produto
perigoso e absolutamente desnecessário.
fonte: departamento de segurança da SBP
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
PAC: Prioridade Absoluta da Criança
Publicação: 12/01/2013
Os
rituais e as celebrações da cultura brasileira já deram 2012 por
findo. É ano passado. Página virada. Começa a redação de capítulo
novo da história do país. Ano de 2013. Os autores são os mesmos,
mas a expectativa é outra. Sonha-se o diferente. Deseja-se o melhor.
Espera-se menos adjetivo. Quer-se mais substantivo. Pouca retórica
e muita realização. Nada de marketing enganoso. Tudo de conteúdo
verdadeiro. É hora de investir mais na pessoa do que no negócio.
Desacelerar o consumismo escravizador. Substituir o engodo do pão
e do circo pela nutrição saudável do corpo e da alma do povo.
O
PIB já deu o que tinha que dar. Somente merece respeito com outro
significado: Produção Intelectual Brasileira. Da mesma forma, o
PAC. A aceleração a que se propõe deixa a desejar. Ademais, a sigla
é inapropriada à finalidade a que serve. Seu uso só terá coerência
ao expressar compromisso prioritário com o ser humano em formação,
muito mais relevante para a história do Brasil. É o que preceitua
o artigo 227 da Constituição Federal, relegado ao desprezo. PAC
de verdade retrata Prioridade Absoluta da Criança. Descumprindo-a,
o Estado deixa de ser democrático e de direito.
Para
que o ano 2013 inove, supõe-se ousadia. Do contrário, dará continuidade
ao velho. Só haverá mudança na ap †††õ?arência. O cerne pernicioso
da sociedade restará intocável. Desigualdades sociais, precariedades
na educação e na saúde, violência e outras máculas que parecem indeléveis
seguirão como tais.
O
decálogo de um PAC revolucionário para a história pátria, entendido
corretamente, não é novidade. Prescinde de justificativa. Nada se
lhe equipara na relação custo/benefício. Os itens são óbvios:
1.
Expandir, em curtíssimo prazo, o número de creches e pré-escolas
de qualidade, estrategicamente localizadas, funcionando em tempo
integral, em todos os municípios do país.
2.
Criar a profissão de cuidador da primeira infância, de nível médio,
para atuar nas unidades de creches e pré-escolas, a ser formado
em curso regular, disponibilizado por entidades públicas ou privadas,
em parceria com instituições universitárias.
3.
Implantar programa de promoção do crescimento e desenvolvimento
da criança, desde a concepção, com qualidade inegociável, desenvolvido
por profissionais dotados de formação diferenciada nesse complexo
domínio de conhecimento. As equipes envolvidas atuarão junto às
mães, em visitas domiciliares, e nas creches e pré-escolas.
4.
Recuperar o projeto do Centro Integrado de Educação Popular (Ciep),
aprimorando-o com técnicas educacionais da atualidade, reproduzindo-o
rapidamente em todas as unidades da Federação, visando à qualidade
do ensino fundamental em tempo integral, a ser assegurado a todas
as crianças, sem qualquer distinção.
5.
Criar a carreira federal do magistério, com pré-requisito de qualidade,
cujos profissionais sejam remunerados com salário à altura da dignidade
da nobre missão exercida.
6.
Garantir à criança e ao adolescente o acesso à assistência à saúde
prestada por pediatra habilitado pela qualificação profissional
requerida, incluindo †††õ?o atendimento de puericultura destinado
ao acompanhamento regular do ser humano no decisivo ciclo de vida
marcado pela complexidade dos fenômenos de crescimento físico e
desenvolvimento neuropsicomotor e social.
7.
Aplicar, em ações educativas e preventivas de saúde, entre elas
a puericultura, o dobro do que o SUS investe em ações curativas.
8.
Transformar a medicina em carreira de Estado, para prover as necessidades
médicas do SUS, respeitadas as particularidades das múltiplas demandas
e valorizado o mérito profissional a ser reconhecido por remuneração
condizente com o desempenho adequado a um sistema de saúde com a
abrangência e a dimensão que possui.
9.
Impedir a venda e o porte de armas de fogo no país; recolher as
já vendidas; e proibir a apresentação de filmes, novelas e programas
de rádio e televisão que contenham cenas protagonizadas com o uso
de tais equipamentos.
10.
Erradicar, de uma vez por todas, a veiculação de qualquer propaganda
comercial envolvendo a criança.
As
medidas que integram o decálogo são de clareza meridiana. Têm alcance
transformador contundente. Custam menos que os investimentos na
Copa do Mundo. O retorno, tanto econômico quanto humano, é infinitamente
mais alto. Se não realizadas, a mediocridade nacional perdura.
O
teor revolucionário do próximo capítulo da nossa história está nas
mãos do governo Dilma. Que 2013 seja, de fato, um ano novo. São
os votos dos cidadãos, também eleitores.
Assessoria de Comunicação da SBP
Texto: DIOCLÉCIO
CAMPOS JÚNIOR
Médico, professor emérito da UnB, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria
Médico, professor emérito da UnB, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria
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